terça-feira, 1 de abril de 2008

Quadrilha rouba carro-forte em rodovia no Paraná

Cerca de 10 homens fortemente armados assaltaram um carro-forte na manhã desta terça-feira (1º/04/2008) na rodovia PR-323, na divisa entre os municípios de Jussara e Doutor Camargo, a 40 quilômetros de Maringá, região Noroeste do Estado. Nenhum dos assaltantes foi preso até o momento. As informações são do site do Jornal Diário do Norte do Paraná.
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Informações preliminares da 3ª Companhia de Polícia Militar de Cianorte, do 11º Batalhão de PM de Campo Mourão (11º BPM), são de que a quadrilha levou mais de R$ 600 mil do carro-forte. O roubo ocorreu na ponte do Rio Ivaí.
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Os bandidos, em um VW Gol e em um Chevrolet Blazer, pararam o carro-forte a tiros. Os funcionários da empresa de segurança não revidaram. Ninguém ficou ferido, conforme a PM.
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A Blazer foi encontrada pela polícia abandonada em uma área rural às margens do Rio Ivaí. O veículo está sem placas. A polícia acredita que a quadrilha deixou o carro no local e fugiu em alguma embarcação.
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Dezenas de policiais militares do 11º BPM, do 4º BPM (Maringá), do 8º BPM (Paranavaí) e policiais civis de várias cidades da região trabalham para capturar os integrantes da quadrilha.

segunda-feira, 31 de março de 2008

PF apreende 300 quilos de cocaína em Itatiba

A Polícia Federal apreendeu um carregamento de 300 quilos de cocaína e um fuzil de calibre 7,62 mm que vinham da Bolívia para o interior de São Paulo. A rota é a mesma usada por traficantes de drogas ligados ao Primeiro Comando da Capital (PCC), como parte do esquema de envio de cocaína boliviana negociado pela facção criminosa com traficantes daquele país ligados às Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). A PF não confirmou nem desmentiu a ligação do carregamento da droga com o PCC.
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O Estado revelou ontem que a cúpula do PCC enviou em janeiro dois emissários para Puerto Quijaro e Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, para fazer um acordo comercial que garantisse o envio de uma tonelada de cocaína de alta qualidade por mês, além de fuzis e explosivos para atentados. O relato da viagem foi apreendido com Wagner Roberto Raposo Olzon, preso pela Polícia Militar e autuado em flagrante pela PF sob a acusação de tráfico internacional de drogas.
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A PF divulgou anteontem que a ação de seus agentes que levou ao carregamento de cocaína foi resultado de uma investigação que já durava seis meses. A operação contou com homens da Coordenação Policial de Repressão a Entorpecentes de Brasília e da Superintendência do Mato Grosso do Sul.
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PRISÕES
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Quatro homens - cujas identidades não foram reveladas - foram presos em flagrante na operação. Os federais monitoraram a droga desde a saída do carregamento da Bolívia. A cocaína veio em um avião que decolou da Bolívia. O piloto levou a droga até uma pista clandestina em uma cidade do sul de Minas Gerais, onde foi transferida para o porta-malas de uma picape Explorer para ser trazida a São Paulo. O destino do carregamento seria um sítio na região de Itatiba, onde o entorpecente deveria ser guardado antes de ser misturado com cafeína, lidocaína e outras substância para aumentar o peso e os lucros da organização. Só então seria distribuído nas bocas de fumo.
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Os federais acompanharam a Explorer até as proximidades do sítio, quando o motorista desconfiou e tentou fugir. Os agentes iniciaram a perseguição. Houve tiroteio. Os homens da PF conseguiram acertar vários disparos nos pneus do veículo para obrigar o motorista a parar. O homem, que estava armado com o fuzil, acabou perdendo o controle da direção e caiu em uma ribanceira. Apesar do tiroteio e do acidente, ninguém ficou ferido.
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A droga foi apreendida e levada para a sede da Superintendência da PF em São Paulo, na Lapa, zona oeste da cidade. Em seguida, os agentes entraram no sítio e detiveram o homem que estava aguardando a chegada do carregamento de cocaína em Itatiba. O próximo passo da PF foi ir atrás do avião que transportou a cocaína.
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PILOTOS
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Localizado pela Aeronáutica, o avião pousou em Campo Grande (MS), onde agentes da superintendência daquele Estado aguardavam a aeronave. Tanto o piloto como o co-piloto foram autuados em flagrante por tráfico internacional de drogas. O motorista da Explorer responderá ainda pela acusação de porte ilegal de arma.
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Além da cúpula do PCC, documentos apreendidos pela PF com Olzon mostram que outros traficantes ligados à facção já foram à Bolívia negociar a compra de cocaína. Mas eram negócios particulares desses "irmãos" - criminosos filiados à organização, chamada de "família" pelos bandidos.

Lixo espacial polui órbita do planeta

Esta semana, uma bola de metal, com um metro de diâmetro, caiu pertinho de uma casa em Goiás. Veio do espaço e faz parte do chamado lixo espacial.

De vez em quando, uma dessas peças abandonadas desaba do céu. O objeto mais recente do lixo espacial a despencar na Terra é uma esfera que caiu perto do município de Montividiu, no interior de Goiás.

domingo, 30 de março de 2008

História de um Opala 77

Depois de procurar a polícia para comunicar o furto de seu Chevrolet Opala Comodoro ano 1977, na semana passada, o metalúrgico Valdeir Martins, de 36 anos, teve uma surpresa neste fim de semana. No sábado (29/03/2008), o velho carro foi devolvido pelo suposto assaltante, que o rebocou até o lugar de onde tinha sido levado, na frente de um condomínio de prédios populares no Jardim Guadalajara, em Sorocaba, a 100 km de São Paulo.
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Martins mora num dos prédios e deixa o carro na rua porque está sem bateria. A lataria também está em mau estado. O homem apontado como autor do furto, um pintor de 25 anos, disse que pensou que o veículo tivesse sido abandonado e, por isso, o levou, de acordo com a polícia. O pintor trabalhava numa escola nas proximidades e viu moradores de rua usando o carro para dormir. "Eu tinha a idéia de dar um trato nele e usar para trabalhar", afirmou o rapaz. Aconselhado por amigos que souberam que o carro tinha dono, ele decidiu fazer a devolução.
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O pintor usou seu próprio carro, um Chevette azul também velho, para rebocar o Opala. Ele só foi identificado porque, ao colocar o carro no local de onde o tinha levado, esqueceu o celular no banco. Quando voltou para pegar o aparelho, acabou surpreendido pelo dono, que chamou a polícia. O suspeito negou a intenção do furto, alegando que fez a retirada e a devolução em plena luz do dia. O eventual crime será investigado por policiais do 9º Distrito Policial. Para o dono do carro, o caso está encerrado. "Como o carro foi devolvido, ficou tudo bem." Agora, o metalúrgico pensa em arrumar o Opala.

PF procura US$ 35 milhões

A Secretaria Antidrogas de Curitiba divulgou nesta quarta-feira (26/03/2008) fotos de quatro colombianos que podem estar guardando US$ 35 milhões (em notas de dólares e euros) do traficante colombiano Juan Carlos Ramirez Abadía. A quantia pode estar escondida em São Paulo, Curitiba ou Porto Alegre, conforme declarou, em entrevista coletiva, o secretário Antidrogas de Curitiba, delegado federal Fernando Francischini.
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Abadía foi detido no dia 7 de agosto de 2007 num condomínio de luxo na região metropolitana de São Paulo. No fim do ano passado, ele ofereceu os US$ 35 milhões, além de delatar alguns parceiros, em troca de uma série de benefícios, como a extradição para os Estados Unidos. A oferta não foi aceita pela Justiça Federal.
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Mas a extradição foi autorizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) neste mês, todavia, sem a entrega da fortuna. A única condição é que os americanos se comprometam a trocar uma eventual condenação à pena de morte ou à prisão perpétua por uma pena máxima de 30 anos, conforme prevê a legislação brasileira.
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Segundo Francischini, o objetivo de divulgar as informações como as fotos e os nomes dos colombianos é estimular denúncias da população. A idéia é achar a fortuna que o traficante guarda dentro de uma caminhonete Toyota, cor preta. O dinheiro estaria com os comparsas Victor Manoel Moreno Ibahara, Cesar Daniel Amarilla (que também usa o nome de Frank Arias Zambrano), Eduardo José Terrada Rubio e Henry Edval Lagos.
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A extradição de Abadía ainda depende de sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o que seria um alto negócio para o traficante. “Além de ele poder ganhar a liberdade no futuro, o tráfico colombiano ficaria com um caixa de US$ 35 milhões aqui no país”, disse Francischini. “O presidente precisaria pelo menos condicionar a saída do Abadía à entrega do dinheiro.”
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As fotos dos suspeitos são de investigações feitas pela Polícia Federal em aeroportos e shoppings da capital. Eles estiveram na cidade nos anos de 2006 e 2007. O traficante tinha uma casa no Mossunguê (Zona Oeste) e negócios na cidade, como uma imobiliária usada na lavagem de dinheiro obtido a partir do tráfico de drogas.
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‹ Serviço: Informações sobre os colombianos, que estariam usando documentos da Venezuela, podem ser passadas para o site www.antidrogas.curitiba.pr.gov.br, ao telefone 181 ou à Polícia Federal.

Polícia Federal entra no caso dos desaparecidos

A Polícia Federal deverá participar da força-tarefa que está sendo organizada pelo Ministério da Defesa para tentar identificar, localizar e resgatar os restos mortais dos 58 guerrilheiros do PC do B mortos durante a Guerrilha do Araguaia, entre 1972 e 1975. A proposta foi feita, ontem, durante encontro entre os ministros da Justiça, Tarso Genro, e da Defesa, Nelson Jobim.
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– Temos experts na Polícia Federal para colocarmos à disposição do Ministério da Defesa para o cumprimento fiel da sentença judicial – disse Genro.
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O ministro se refere à decisão da juíza federal de Brasília, Solange Salgado, já definitiva, que determina a abertura dos arquivos das Forças Armadas e a busca de informações junto aos militares que participaram da repressão apontando possíveis locais onde foram sepultados os guerrilheiros.
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Restos mortais
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Pelo menos três peritos da Polícia Federal estarão à disposição para análises dos documentos que estão sendo organizados pelo Exército, Marinha e Aeronáutica sobre as circunstâncias em que os guerrilheiros foram mortos e os possíveis locais onde se encontrem seus restos mortais.
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Tarso Genro disse que a Polícia Federal vai colaborar na montagem da força-tarefa e que poderá também participar de uma expedição, em data ainda não definida, na região onde houve o conflito, sob a coordenação da Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH) da Presidência da República.
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O laboratório do Instituto Nacional de Criminalística da Polícia Federal é considerado um dos mais modernos e eficientes do mundo tanto na análise de documentos quanto em morfologia ou DNA.
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Na questão dos desaparecidos políticos a PF – a corporação policial mais capacitada e aparelhada do país em investigação – tem apenas atendido requisição para cumprir tarefas pontuais: em 2006 fez buscas no Araguaia para tentar, sem sucesso, encontrar as ossadas da guerrilheira Helenira Rezende e, este ano, tomou o depoimento, em Marabá, de um ex-guia do Exército, Vicente Taveira de Oliveira, que estava de posse de um fuzil calibre 22 usado na guerrilha e de onde teria partido o tiro que matou a guerrilheira Valquiria Afonso da Costa.
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As buscas foram feitas em período das chuvas, que é inadequado, e o depoimento do ex-guia não foi além de um registro formal de entrega da arma. A direção da PF sempre se prontificou a colaborar, mas a Comissão de Mortos e Desaparecidos, vinculada a SEDH, se recusava sob o argumento de que o órgão havia integrado as forças da repressão à esquerda armada. Em vez de usar o laboratório da PF, a SEDH contratou um laboratório particular, o americano Genomic Engenharia Molecular, para realizar exames de DNA em ossadas de supostos desaparecidos.
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Em entrevista ao Jornal do Brasil, na semana passada, o tenente da reserva José Vargas Jiménez disse que os guerrilheiros presos ou mortos durante o período em que ele comandou um dos Grupos de Combate, entre outubro de 1973 e fevereiro de 1974, eram levados para as bases militares de Bacaba, em São Domingos do Araguaia, Casa Azul (área onde atualmente está o Denit), em Marabá, ou em Xambioá.
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Fonte: Jornal do Brasil

quarta-feira, 26 de março de 2008

Avião da FAB com dois ministros faz pouso forçado em Recife

O avião da FAB (Força Aérea Brasileira), modelo Learjet 35, que transportava os ministros das Comunicações, Hélio Costa, e da Integração Social, Geddel Vieira Lima, além do superintendente da Sudene (Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste), Paulo Fontana, fez um pouso forçado no início da tarde de hoje, 26/03/2008, logo após decolar do aeroporto de Recife.
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Os ministros acompanhavam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em um evento do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) no Estado e retornavam para Brasília.
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Segundo a FAB, a aeronave apresentou problemas em seu trem de pouso logo após a decolagem e teve que retornar ao aeroporto de Recife.
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Em nota, a FAB informou que os pilotos adotaram os procedimentos de segurança e, após o toque normal na pista, o trem de pouso do lado esquerdo recolheu involuntariamente, fazendo com que o avião saísse para a lateral e parasse sobre a grama. Tripulantes e passageiros nada sofreram, informa a nota.
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Os ministros voltaram para Brasília em outro avião. Segundo o comando da Aeronáutica, o incidente será investigado.

terça-feira, 25 de março de 2008

Labrador surfista vira atração em praia catarinense

Os surfistas da Praia do Rosa, em Santa Catarina, ganharam uma inusitada concorrente, que se destaca pela coragem no mar e a habilidade com a prancha. É a cachorra Cher, da raça labrador e de 45 quilos.
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Ela aprendeu a surfar há 10 anos com o dono, o artesão gaúcho Néri Prux, de 55 anos. Em 1998, quando pegou as primeiras ondas, Cher tinha pouco menos de 1 ano de vida.
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Segundo o artesão, a cadela foi trazida de Porto Alegre como forma de suprir a perda da cachorra Lua, que também surfava e praticou o surfe durante um ano, até morrer envenenada.
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"Fiquei muito triste. Meu filho me trouxe a Cher e ela pegou a primeira onda de maneira bem inesperada. Eu estava na praia, veio uma onda forte e, para proteger a cachorra, a coloquei em cima da prancha. Ela surfou direitinho até chegar à areia", disse Prux.
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Para ir de casa até a praia, o artesão improvisou uma estrutura na moto que lhe permite transportar a prancha e Cher. Ansiosa, a cachorra chega primeiro ao mar e aguarda o companheiro para pegar as melhores ondas.
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Sentada e com as patas dianteiras bem colocadas para se equilibrar, Cher desfila na prancha de focinho erguido. Ela se tornou a principal atração da praia e é fotografada por muitos turistas e banhistas da Praia do Rosa.
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Para o dono da cachorra, Cher tem estilo. "Os surfistas perdem algumas ondas, se desequilibram e erram algumas manobras. Cher pega todas as ondas e vai com perfeição até a prancha encalhar na areia", disse o artesão.
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O único problema, após tanta diversão, é levar a cachorra de volta para casa. Um tanto teimosa, Cher prefere as ondas ao quintal de casa, mas acaba subindo na moto de Prux e encerrando mais um dia de surfe.

domingo, 23 de março de 2008

Traficante morre na cela da PF

O traficante internacional de drogas, João Mendonça Alves, 38, morreu depois de ser encontrado ferido no pescoço e desacordado na sede da Polícia Federal de São Paulo na tarde deste sábado (22/03/2008). Ele estava preso desde sexta-feira (21), depois que a Polícia Federal apreendeu 1.230 Kg de cocaína em Itatiba, a 84 km de São Paulo. A Polícia Federal instaurou inquérito e trabalha com a hipótese de suicídio.
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Segundo informações da PF, o brasileiro estava preso sozinho em uma cela separada, chamada de inclusão, o que é um procedimento comum com os presos recém-chegados. Ele foi encontrado por volta das 16h de sábado, com três ferimentos no pescoço e bastante sangramento, "possivelmente feito com a faca da refeição". O traficante chegou a ser socorrido no hospital mais próximo (Hospital Sorocabano), mas morreu.
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Ainda segundo a PF, o local passou por uma perícia preliminar neste domingo (23/03/2008). Os outros dois homens do Suriname, que também faziam parte do esquema e foram presos na sexta-feira (21), continuam detidos na carceragem da PF em São Paulo.
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De acordo com a assessoria de imprensa da Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo, a Polícia Civil instaurou um inquérito no 7º Distrito Policial para investigar as causas da morte.
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O corpo do traficante foi retirado do Instituto Médico Legal (IML) pela família na manhã deste domingo (23) e foi levado para o cemitério Primavera 1, em Guarulhos, onde será sepultado às 16h. Ainda não há data para conclusão do laudo apontando a causa da morte.
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Apreensão
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Na sexta-feira, além de Álves, também foram presos dois surinameses. De acordo com o delegado de combate ao crime organizado da Polícia Federal em São Paulo, Mário Menin Junior, o esquema era investigado havia cerca de dois meses.
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Segundo Menin Junior, a cocaína chegava a um galpão em Itatiba escondida em baterias automotivas de grande porte. Lá, os traficantes transferiam pacotes da droga para caixas de papelão de álcool em gel que, depois, eram exportadas para a Polônia e a Holanda.
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No galpão foram presos os dois surinameses. Na seqüência, o brasileiro foi preso em casa, em Itaquera (zona leste de São Paulo). Conforme as investigações, ele era o responsável pela logística de importação da droga --cuja origem ainda não foi confirmada.

sexta-feira, 21 de março de 2008

PF apreende quase uma tonelada de cocaína no interior de SP

A Polícia Federal apreendeu nesta sexta-feira (21/03/2008) aproximadamente uma tonelada de cocaína em Itatiba, a 84 km de São Paulo. A droga, que ainda não foi totalmente pesada pelos policiais, chegava ao Brasil escondida em baterias de caminhão importadas e seria embarcada para Polônia e Holanda. A PF prendeu três pessoas.
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A droga estava em um galpão onde seria enrolada em mantas de chumbo para não ser detectada na alfândega pelos aparelhos de raio-x. No galpão a cocaína era embarcada em contêineres. Dois carregamentos seguiriam na próxima semana para a Europa pelo Porto de Santos.
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Um dos três homens presos cuidava da logística e foi surpreendido pelos policiais federais na zona Leste de São Paulo. Outros dois são do Suriname e eram responsáveis pela segurança do galpão. A Polícia Federal ainda investiga se a cocaína vinha da Bolívia ou da Colômbia. A quadrilha tinha notas de importação das baterias.