sábado, 12 de maio de 2012

Guarda Municipal de Londrina apreende 27 Kg de maconha


A Guarda Municipal de Londrina/PR apreendeu 27 quilos de maconha na tarde desta quinta-feira (10/05/2012) em uma mochila na Rodoviária da cidade.

Segundo o inspetor geral da Guarda, Ricardo Felipe, a droga estava em posse de dois jovens, que foram presos em flagrante após abordagem de rotina dos guardas que monitoram a segurança do prédio público. 

Por causa da quantidade apreendida, o inspetor informou que a Guarda Municipal pediu o apoio da Polícia Federal. De acordo com Felipe, a dupla recebeu a droga em Londrina e tinha o objetivo de entregá-la na cidade de São Paulo. Eles foram presos no momento que embarcavam no ônibus. Em seguida, a dupla foi levada para a Delegacia da Polícia Federal em Londrina onde prestaram esclarecimentos. 

O delegado da PF, Cleo Mazzotti, afirmou que os jovens, de 18 e 23 anos, vão permanecer presos por tráfico de drogas. Enquanto isso, a polícia vai intensificar a investigação para descobrir quem iria receber a droga em São Paulo. Durante o depoimento, Mazzotti revelou que a dupla permaneceu calada.

Fonte: Bonde News

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Paulo Marcos Fuhr | Policial Federal Morto | Florianópolis/SC

Um agente da Polícia Federal (PF) foi encontrado morto dentro das dependências da Superintendência da instituição, em Florianópolis, no início da noite de sexta-feira (04/05/2012).

Segundo informações da assessoria de imprensa do órgão, Paulo Marcos Fuhr, 37 anos, teria se ferido com uma arma de fogo de uso pessoal dentro do banheiro da sede da PF.

A investigação trabalha com a possibilidade de suicídio. Paulo Marcos atuava como policial federal há 12 anos.

Fonte: Diário Catarinense

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Operação Deadline | Tráfico Internacional Entorpecentes | Polícia Federal

Operação contra tráfico internacional encerra com 21 pessoas presas Operação 'Deadline' começou às 6h desta quinta (3/05/2012) e encerrou às 11h30. Prisões foram efetuadas em Paranaguá, no PR, SP, PB, RS e SC. 

A Operação 'Deadline', desencadeada pela Polícia Federal (PF) para combater o tráfico internacional de cocaína, encerrou por volta das 11h30. Foram cumpridos todos os 25 mandados de prisão em cinco estados brasileiros, mas apenas 21 pessoas foram presas. Outros 27 mandados de busca e apreensão também foram cumpridos. A operação começou por volta das 6h desta quinta-feira (3/05/2012). Cinco veículos, um barco de passeio e 130 quilos de cocaína foram apreendidos. 

Entre as prisões, uma foi na Paraíba, outra em Joinville, três em São Paulo, cinco no Rio Grande do Sul e onze em Paranaguá. Quatro homens estão foragidos. 

De acordo com a PF, a quadrilha, que já era investigada desde 2011, agia no Porto de Paranaguá, no litoral do Paraná, e transportava a cocaína para a Europa e para a África em contêineres. Para isso, contava com a ajuda de agentes marítimos, que arrombavam as cargas e escondiam a droga.

Além destas prisões, cinco bolivianos já haviam sido presos em flagrante quando transportavam a droga para o Brasil. 

 Fonte: G1

11 são presos em Paranaguá em ação contra tráfico de cocaína via portos

Ao todo, 21 pessoas foram detidas nos cinco estados. A PF apreendeu 11 veículos, uma lancha e 66 mil dólares e 3 mil reais em dinheiro em Paranaguá


Onze pessoas foram presas em Paranaguá, no litoral do Paraná, na manhã desta quinta-feira (3/05/2012), em uma operação contra o tráfico internacional de cocaína. A “Operação Deadline” da Polícia Federal (PF) ocorre também no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Paraíba. Ao todo, 21 pessoas foram detidas nos cinco estados. Faltavam uatro mandados de prisão para serem cumpidos pela manhã.

Três pessoas presas em Paranaguá são de origem boliviana. Vinte e cinco mandados de busca e apreensão devem ser cumpridos nos cinco estados. Ao todo, 105 policiais federais participaram da ação.

Pela manhã, cinco pessoas foram presas no Rio Grande do Sul, três em São Paulo, uma em Santa Catarina e uma na Paraíba. O homem preso no Nordeste é fugitivo do Paraná, de acordo com a PF. 

As investigações tiveram início em novembro de 2011. Havia indícios de que a droga era despachada por meio de contêineres do Porto de Paranaguá

A PF apreendeu 129 quilos de cocaína durante as investigações. Dessa quantidade, 21 quilos foram apreendidos no Porto de Rio Grande (RS) e cinco pessoas foram presas. Houve apreensões de cocaína também no Porto de Valência, na Espanha, e no Porto de Antuérpia, na Bélgica. Nessas localidades foram apreendidos 38 e 70 quilos da droga, respectivamente. Não houve prisões na Europa. Os 129 quilos de cocaína foram avaliados em R$ 10 milhões. 

Esquema da quadrilha

A cocaína manipulada pela quadrilha era fabricada na Bolívia. A droga passava pelo Paraguai e era transportada para o interior de São Paulo. Do estado vizinho, a cocaína era levada para o Porto de Paranaguá.

Segundo a PF, a droga era exportada para a Europa e para a África em contêineres que saíam do porto paranaense. Funcionários de empresas marítimas do Porto de Paranaguá tinham envolvimento com a quadrilha. Eles monitoravam a chegada dos contêineres e o envio dos mesmos – recheados com a droga – para os dois continentes.

No Brasil, as duas ramificações principais da quadrilha funcionavam em Paranaguá e no interior de São Paulo.

A operação da PF teve sucesso porque contou com a participação das polícias da Espanha e da Bélgica. De acordo com o delegado da Polícia Federal Sérgio Luís Stinglin de Oliveira, que comandou a operação em Paranaguá, foi necessário permitir que um carregamento de cocaína saísse de Paranaguá – já monitorado pela PF – para que fosse possível descobrir qual era o destino dos contêineres. Apreensões de cocaína foram feitas nos portos de Antuérpia (Bélgica) e Valência (Espanha).

"O importante não foi apenas as prisões feitas, mas a descapitalização da quadrilha”, afirmou o delegado Oliveira. A PF apreendeu 11 veículos, uma lancha e 66 mil dólares e 3 mil reais em dinheiro em Paranaguá. Segundo Oliveira, o total da apreensão é avaliado em 3,5 milhões de reais. A remessa de drogas que foi enviada para o exterior está avaliada em 10 milhões de reais no mercado europeu.

Fonte: Gazeta do Povo

terça-feira, 17 de abril de 2012

Polícia Federal estoura fábrica clandestina de cigarros em Sapopema/PR

Nesta terça-feira (17/04/2012) a Polícia Federal realizou uma operação para fechar uma fábrica clandestina de cigarros localizada na área rural do município de Sapopema, norte do Paraná.

Os cigarros eram falsificações de marcas conhecidas no Paraguai: San Marino, Eight, Palermo e outras. No local foram encontrados muitos equipamentos e matéria-prima, além de carimbos e selos da aduana paraguaia. Todo o material foi apreendido e levado para a Receita Federal em Londrina.

A mão-de-obra utilizada na fábrica clandestina era composta por paraguaios mantidos em condições análogas a de trabalhadores escravos. Os paraguaios foram conduzidos para a Delegacia de Polícia Federal em Londrina onde serão interrogados e notificados a deixarem o Brasil, conforme previsão legal.

Quadrilha que falsificava cigarros paraguaios no PR é presa pela PF
Fábrica clandestina funcionava em Londrina, no norte do Paraná.
Quatro paraguaios foram presos; outros seis homens fugiram.

A Polícia Federal (PF) fechou uma fábrica clandestina de cigarros em um sítio que fica há 15 quilômetros de Londrina, no norte do Paraná, na tarde de terça-feira (17/04/2012). No local, além de vários equipamentos, os policiais encontraram grande quantidade de tabaco, papel, filtro, maços, pacotes e embalagens. Quatro homens paraguaios foram presos. Outros seis homens, que também trabalhavam na fábrica, fugiram.

Segundo o delegado Elvis Secco, que acompanhou o caso, a quadrilha falsificava cigarros paraguaios, que já são conhecidos por imitar marcas famosas. "Eles falsificavam esses cigarros no Brasil para vender em São Paulo e no Rio de Janeiro. Era a falsificação da falsificação", afirma.

A investigação já vinha sendo realizada pela PF desde o início do ano. Os agentes passaram um tempo junto à comunidade acompanhando a movimentação de cargas e de carretas até descobrir a localização exata da fábrica, que tem equipamentos, segundo o delegado, de última geração. “São equipamentos caríssimos e que estão avaliados em vários milhões de reais e o que chama atenção é a estrutura da fábrica”.

Os presos vão responder inicialmente pelos crimes de sonegação tributária, falsificação, crime contra a organização do trabalho e ambiental.
Link
Fonte: G1 (clique aqui para ver o video)

sábado, 14 de abril de 2012

Operação Las Vegas da Polícia Federal, embrião da Monte Carlo...

Operação Las Vegas é risco não calculado pelo governo
Vera Magalhães, O Globo

Um dos riscos não calculados pelo governo na CPI do Cachoeira é o de que venha à tona o material da Operação Las Vegas da Polícia Federal. Embrião da Monte Carlo, que levou à prisão de Carlinhos Cachoeira, a Las Vegas é considerada, por autoridades que tiveram acesso a seu conteúdo, "mais letal para agentes políticos".

Também é essa a operação que pode constranger o procurador-geral da República, Roberto Gurgel. Sua assessoria confirmou ontem que ele não pediu diligências à PF quando recebeu o material da Las Vegas, em 2009. A justificativa é que não havia "elementos suficientes para qualquer iniciativa no âmbito do STF".

Gurgel optou por engavetar temporariamente o caso. Membros do próprio Ministério Público contestam essa decisão em privado. Acham que, com as informações em mãos, o procurador-geral tinha de arquivar, denunciar citados sem foro privilegiado ou pedir abertura de inquérito no STF.

Fonte: Blog do Noblat

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Carro capota na “Curva do Caixão” e duas pessoas ficam feridas




Duas pessoas ficaram feridas em um acidente ocorrido as 17h10 dessa quarta-feira (04/04/2012), na PR-082, na curva conhecida como “Curva do Caixão”, a 2 km de São João do Ivaí/PR. Segundo informações colhidas no local, o Astra preto vinha sentido a São João, quando na curva o motorista se perdeu e capotou, vindo a sair da pista e cair em um barranco. Motorista e passageiro, que são de Londrina, foram socorridos e trazidos ao Hospital Municipal, e, possivelmente, devem ser encaminhados a um hospital de Ivaiporã. A Polícia rodoviária está no local.

Fonte: O Norte Online

sábado, 31 de março de 2012

Ponto final para Demóstenes

A revelação de que o inatacável senador Demóstenes Torres (DEM-GO) recebeu presentes caros do bicheiro Carlinhos Cachoeira levou a se pensar como um político com a imagem do parlamentar, crítico duro de corruptos e aéticos em geral, teria se aproximado do contraventor. Pode ter sido que nas funções de promotor e secretário de Segurança em Goiás exercidas pelo político os dois tenham se cruzado e surgido uma improvável amizade.

Já seria algo a manchar a ficha do senador. Mas o que seria divulgado depois pulverizaria de vez a folha corrida de Demóstenes, a ponto de José Agripino Maia, novo líder do DEM no Senado, posto a que teve de renunciar, deu ao colega goiano o prazo deste fim de semana para ele preparar a defesa, a ser feita o mais cedo possível no plenário do Senado. Não será tarefa fácil. Os desdobramentos do escândalo fazem o senador descer a ladeira rumo ao descrédito absoluto. E a cada revelação de conversas mantidas entre ele e o bicheiro, retirada das mais de 300 gravações feitas pela Polícia Federal, fica indesmentível que o relacionamento entre os dois ultrapassou de léguas o simples campo da simpatia pessoal — o que já seria inadmissível, repita-se. O senador agia em Brasília, e não apenas no Congresso, como representante do bicheiro.

Inexiste registro de caso ocorrido nos porões do poder de tão deslavado lobby a soldo de negócios escusos. E envolvendo alguém do alto escalão na hierarquia de um dos poderes da República. Diálogos mantidos entre “doutor”, Demóstenes, e “professor”, Cachoeira, revelados ontem pelo GLOBO, dão a medida da profundidade do relacionamento, digamos, profissional entre eles.

Em abril e maio de 2009 a dupla tratou de assuntos-chave para os “negócios” do bicheiros. Num deles, fica evidente que o senador trabalha para Cachoeira junto ao Tribunal de Justiça de Goiás e faz contato com o desembargador Alan Sebastião de Sena, devido a um processo contra policiais de interesse de Carlinhos. Sena, ao se defender, alertou que contrariara o bicheiro ao manter a condenação dos réus.

O senador também fez lobby ao rastrear um projeto de lei na Câmara contrário ao interesse do amigo. Em três conversas sobre o projeto, Demóstenes alerta a Cachoeira que o conteúdo da lei o prejudica. O bicheiro estava otimista, pois o projeto regulamentaria jogos nos estados — a contravenção tem há tempos este objetivo —, mas o prestativo senador lhe chama a atenção para a criminalização da jogatina fora da lei. Entende-se que o projeto acaba com o tratamento do bicho como contravenção e o enquadra como crime.

Até a demissão de funcionários fantasmas no gabinete de Demóstenes — devido a uma “caça às bruxas” — é assunto entre Demóstenes e Carlinhos Cachoeira. O DEM tem razão ao querer explicações, rapidamente, do senador. Assim como se entende por que Cachoeira foi generoso ao presentear Demóstenes e este pediu ao parceiro o pagamento de pelo menos uma viagem de táxi-aéreo.

Os advogados do senador têm esperança em desqualificar as gravações como provas judiciais. Pois, alegam, o parlamentar foi apanhado em grampos feitos para Cachoeira. Investigar um senador só com a liberação do Supremo. É possível. Mas a carreira política de Demóstenes recebeu um ponto final.

Fonte: O GLOBO

terça-feira, 20 de março de 2012

Privataria Tucana - O Telefonema de Cachoeira


O Telefonema de Cachoeira

Lembrei-me do episódio que narro em seguida depois de ver o nome de Carlinhos Cachoeira de volta ao noticiário, no caso envolvendo o senador Demóstenes Torres.

Partindo de onde partiu, resolvi por as "barbas de molho". Por quê? Explico.

Era 2004. Trabalhava na TV Globo, em São Paulo.

Um deputado estadual do Rio, não me lembro mais quem, havia passado para o Fantástico a gravação que incriminava Waldomiro Diniz, então assessor da Casa Civil do primeiro governo Lula.

O "furo" da Revista Época (leia-se Editora Globo), em fevereiro daquele ano, abriu caminho para a CPI dos Bingos, na Câmara Federal e excitou a mídia, que festejava a descoberta do caixa dois da campanha do PT à presidência.

De quebra, enfraquecia o principal artífice do projeto político ora no poder: José Dirceu.

Luiz Carlos Azenha e eu fomos incumbidos, em São Paulo, de produzir uma reportagem especial esmiuçando a gravação entre Cachoeira e Diniz a procura de desdobramentos.

Produzimos um vt de quase 8 minutos. A princípio seria para o JN (duvidávamos, por causa da longa duração), depois passaram para o Fantástico e, por fim, reeditamos para o Jornal da Globo, depois de cortes e mais cortes.

A certa altura da edição, toca o telefone na minha mesa. Pasmo, atendo, do outro lado da linha, Carlos Augusto Ramos, Carlinhos Cachoeira, o próprio. Pergunto aos meus botões: como foi que ele descobriu a produção da nossa reportagem? E mais, quem teria dado o meu ramal a ele?

Conversamos com franqueza e cordialidade. Ele desqualifica a reportagem que estamos fazendo e diz (numa tentativa de barganhar a seu favor) que tem como nos dar com exclusividade o caminho para o caixa dois do PSDB (seria uma isca?).

Digo a ele que não tenho poder para mudar o trabalho em curso, mas sugiro que me explique qual é a denúncia exatamente, para encaminhar à direção.

Ele me conta que o negócio de caça-níqueis, bingos e loterias deixou de ser rentável e que migrou para o ramo de medicamentos genéricos, mais "limpo" e atrativo. Estava disposto a contar "em off" como era o esquema na Anvisa para liberação das fórmulas.

Era denúncia grave. Envolvia o ex-ministro da Saúde e candidato derrotado à presidência, José Serra, e o ex-presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, que, segundo meu interlocutor, teria até participado de um encontro com ele, Cachoeira, e outros na base aérea de Anápolis, quando de um evento da aeronáutica.

Desligo o telefone, consulto o arquivo e bingo! Temos a imagem do então presidente desembarcando e sendo recebido na pista da base aérea de Anápolis, no dia apontado por Cachoeira. Peço para "descer" a imagem e conto para o Azenha.

Decidimos fazer uma menção discreta dentro da reportagem, para não chamar a atenção da nossa chefia, e que, indo ao ar, poderia servir de pista para repórteres investigativos, cujos veículos fossem mais isentos e independentes.

Diante desta nova bomba, que poderia equilibrar o jogo em favor do governo Lula que, àquela altura, estava imobilizado nas cordas, apanhando sem parar, apresentei um relatório à chefia e fui pessoalmente contar ao chefe de reportagens especiais, Luiz Malavolta, o que tínhamos em mãos.

"Pode esquecer", disse o Mala. "Denúncia contra o Serra a casa não vai dar". Dito e feito. Até hoje ninguém abriu a caixa preta da indústria farmacêutica dos genéricos. Ou será que o Amaury Ribeiro Jr. não desvendará esse mistério para nós em: A Privataria Tucana 2?

Por isso, quando ouço falar de Carlinhos Cachoeira, Revista Época, Globo e congêneres já fico com uma preguiça danada.

Foi o que disse ao meu sobrinho dia desses: "Toda denúncia serve ao interesse de alguém." No caso desta última, envolvendo o senador por Goiás, a quem interessa?

Fonte: DoLaDoDeLá (Blog de Marco Aurélio Mello - Jornalista formado pela Metodista de SBC. Aluno convidado do curso de Comunicação de Massa e Sociedade Moderna da Universidade de La Crosse, Wisconsin, USA. Bolsista do 1º Curso de formação de Governantes da Fundação Escola de Governo. Há mais de 20 no ar).

domingo, 11 de março de 2012

CPI do bicheiro Carlinhos Cachoeira e senador Demóstenes Torres

Protógenes: 'CPI do Cachoeira sai esta semana'

Deve sair do papel nesta semana (12 a 16/03/2012) a CPI do Cachoeira, proposta para investigar as ligações políticas do contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, garantiu o deputado Protógenes Queiroz (PCdoB-SP). A coalizão patrocinada por PT, PMDB, PDT e PR conseguiu, até sexta, 136 das 171 assinaturas necessárias para protocolar a CPI. A base governista vislumbra a oportunidade de enfraquecer o DEM nas campanhas municipais, em razão de seu maior nome no Congresso, o senador Demóstenes Torres (GO), ser um dos alvos das investigações.

Fonte: Congresso em Foco

sábado, 10 de março de 2012

Cigarros em ônibus de turismo | Polícia Federal Londrina/PR

PF apreende falso ônibus de turismo com 340 caixas de cigarros contrabandeados

A Polícia Federal de Londrina apreendeu um carregamento de 340 caixas de cigarro contrabandeadas, na manhã desta sexta-feira (09/03/2012). O material estava em um falso ônibus de turismo, usado por quatro homens para tentar fazer o transporte.

O flagrante foi feito quando o veículo passava pelo trecho entre Mandaguari (68 km de Londrina) e Arapongas (37 km), na PR-444, Km 12. Os cigarros estavam escondidos pelo ônibus, embaixo de bancos e estofamentos.

Por volta das 10h30, a Polícia Federal escoltava os presos e o veículo até a sede da Receita Federal de Londrina. Os nomes dos detidos e para onde levariam a carga ainda não foram divulgados.

Fonte: O Diario