segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Polícia Federal em Londrina apreende 96 Kg de maconha

LONDRINA/PR - Cerca de noventa e seis quilos de maconha que abasteceriam o tráfico de drogas em Londrina, no Paraná, foram apreendidos durante a noite (17/12/09) em dois carros estacionados em um posto de gasolina na zona oeste da cidade. Três pessoas foram presas em flagrante. Além da apreensão, a Polícia Federal incinerou 560 quilos de diversas drogas apreendidas desde 2006.

- Um Logus vinha do Mato Grosso do Sul e, aparentemente, não tinha nada. Mas ele estava forrado de maconha - disse o Delegado de Polícia Federal Evaristo Kuceki.

O carro precisou ser desmontado para que a droga fosse retirada. A maconha estava escondida embaixo dos tapetes, no forro dos bancos, no para-choque e nas entradas de ar. Marcelo Batista Beserra, que trazia a droga do Mato Grosso do Sul, foi preso em flagrante.

De acordo com o delegado, a droga seria distribuída em Londrina e alimentaria o tráfico de drogas na cidade. Renato César da Silva e Everton Rodrigues Barbosa também foram autuados em flagrante porque estavam em um Gol e foram até o posto de gasolina para receber a maconha.

A PF queimou, durante a manhã desta sexta-feira (18/12/2009), 560 quilos de maconha, cocaína e alguns remédios apreendidos. As drogas são referentes a inquéritos encerrados desde 2006.

- São apreensões feitas pelas polícias Federal, Civil, Militar e Gaeco - disse Kuceki.

A droga foi queimada em uma empresa particular com um forno com capacidade para a operação. Segundo o delegado, uma técnico da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e um servidor acompanharam a incineração.

Toda a droga que aguarda autorização para ser incinerada permanece em um depósito da Polícia Federal, equipada com alarme e outros itens de segurança. O delegado não revelou a quantidade que ainda precisa ser queimada. Em relação à demora para autorização de incineração, Kuceki afirmou que muitos inquéritos se arrastam na Justiça.

Fonte: O Globo

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Leopard 1A5 chega ao Exército Brasileiro


Começaram a chegar ao Brasil os primeiros Leopard 1 A5 adquiridos na Alemanha pelo Exército Brasileiro. No último dia 16 de janeiro de 2009, duas VBC (Viaturas Blindadas de Combate) chegaram ao Porto do Rio de Janeiro e foram conduzidas à Escola de Material Bélico (EsMB), onde serão utilizadas para instrução nos cursos e estágios conduzidos no “berço dos blindados” do Exército Brasileiro. Outras três viaturas chegaram na quinta-feira (29/01/09) ao Parque Regional de Manutenção/3 (Pq R Mnt/3), em Santa Maria-RS, que será a unidade responsável pelas atividades de suprimento de peças e dos testes de entrega das viaturas às unidades que as operarão. Esses veículos fazem parte do primeiro lote de 60 carros a serem entregues em 2009 e que serão distribuídos entre as unidades da 5° Brigada de Cavalaria Blindada e 6° Brigada de Infantaria Blindada.

Em dezembro de 2006, o Exército Brasileiro adquiriu 250 VBC Leopard 1 A5. Desse total, 220 serão distribuídas em quatro Regimentos de Carros de Combate e no Centro de Instrução de Blindados. As viaturas estão passando por um processo de revitalização e manutenção na Alemanha, sob responsabilidade da empresa Krauss-Maffei Wegmann, fabricante dos Leopard. Dos 30 veículos não-revitalizados, dois serão entregues ao Departamento de Ciência e Tecnologia, dois à EsMB (já entregues) e 26 (vinte e seis) para o Pq R Mnt/3. Esta distribuição possibilitará a realização de estudos técnicos, de atividades de ensino e de suprimento de peças, respectivamente.

De acordo com o Boletim do Exército, de 27 de julho de 2007, a distribuição dos Leorpard 1 A5 será feita da seguinte maneira, incluindo a ordem:

Centro de Instrução de Blindados = 4 Leo 1A5
1° RCC = 54 Leo 1A5
4° RCC = 54 Leo 1A5
5° RCC = 54 Leo 1A5
3° RCC = 54 Leo 1A5
Total = 220

Além das VBC, foram adquiridas 20 viaturas Leopard de apoio, sendo sete Viaturas de Socorro, quatro Lança-Pontes, quatro de Engenharia e cinco Escola de Motoristas, todas revitalizadas pela alemã Rheinmetall AG.

O contrato de compra incluiu um Pacote Logístico e prevê a manutenção de um escritório de apoio do fabricante em Santa Maria até um ano após a entrega das últimas viaturas, além da compra de um simulador fixo da cabine, que permite o treinamento simultâneo de até quatro carros de combate, e de quatro simuladores portáteis a serem distribuídos a cada um dos RCC.

Com a chegada dos Leopard 1 A5, haverá uma redistribuição dos Leopard 1 A1 e M-60 A3TTS atualmente em uso no Exército Brasileiro. Essa compra também permitirá a desativação dos M-41C restantes, embora a informação ainda não esteja confirmada. O Leopard 1A5 será o principal carro de combate do Exército nos próximos anos e representa um avanço para a força blindada brasileira. A previsão de entrega das últimas viaturas é de novembro de 2012.


O Leopard 1 A5 é a versão mais moderna da família Leopard 1. Está equipado com um sistema de controle de tiro EMES 18 com telêmetro laser e visão termal para o combate noturno e o sistema ótico da Zeiss, além de blindagem e suspensão reforçadas. O veículo é capaz de disparar munições mais potentes que a versão 1 A1, incluindo do tipo APFSDS (Armoured Piercing Fin-Stabilised Discarding Sabot).

Com suas cerca de 42 toneladas e um motor de 830 cv é capaz de atingir até 65 Km/h e tem autonomia máxima de 600 Km. Seu canhão é um 105mm L-7 da Royal Ordnance Factories, capaz de disparar até 10 vezes por minuto e alcance eficaz de até 4 Km.

Fonte: Defesa Brasil

sábado, 21 de novembro de 2009

O Brasil perde um corrupto, é dia de alegria! Adeus Celso Pitta!

Ex-prefeito Celso Pitta morre aos 63 anos em São Paulo

O ex-prefeito de São Paulo Celso Pitta (PTB) morreu neste sábado (21-11-2009) aos 63 anos. Ele estava internado no hospital Sírio-Libanês, onde fazia tratamento contra um câncer no intestino.

Em janeiro deste ano, o ex-prefeito foi submetido a uma cirurgia para retirada de um tumor no intestino e, desde então, fazia tratamento com quimioterapia no hospital.

Afilhado político do deputado Paulo Maluf (PP), Pitta administrou a Prefeitura de São Paulo no período de 1997 a 2000. Sua gestão foi marcada por uma série de denúncias. A principal delas foi o esquema de corrupção batizado de "escândalo dos precatórios".

Ele acabou afastado do cargo por 18 dias --sendo substituído por seu vice-prefeito, Regis de Oliveira--, mas retomou o cargo em seguida. Concorreu a deputado federal e perdeu em duas ocasiões, mas manteve sua filiação ao PTB.

Em julho do ano passado, Pitta foi preso pela Polícia Federal durante as investigações da Operação Satiagraha, que investiga crimes financeiros atribuídos ao banqueiro Daniel Dantas, do Opportunity. O ex-prefeito e os demais investigados presos foram soltos depois.

A investigação da PF resultou em uma denúncia do Ministério Público Federal, que acusou Pitta por corrupção passiva, evasão de divisas, lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e organização criminosa. Todos os pedidos foram integralmente aceitos pela Justiça Federal.

Fonte: Folha Online

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Brasil compra Sondas Heron - VANT

Sondas Heron
Brasil compra aeronaves de Israel para vigiar fronteira


Israel assinou um acordo de US$ 350 milhões para fornecer à Polícia Federal (PF) brasileira aeronaves de vigilância não tripuladas, revelou hoje uma fonte ligada ao setor de defesa no Estado judeu. De acordo com a fonte, o acordo foi assinado no decorrer desta semana (13-11-2009), durante a visita do presidente de Israel, Shimon Peres, ao Brasil.

As sondas Heron, fabricadas pela Israel Aerospace Industries Ltd., serão utilizadas na vigilância das fronteiras do País com seus vizinhos e visarão ao combate ao tráfico de armas, de entorpecentes e de recursos naturais não especificados, prosseguiu a fonte. As aeronaves não tripuladas também poderão ser usadas para reforçar a segurança durante a realização da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016. Os dois eventos serão sediados pelo Brasil.

Serão vendidos ao País 14 sistemas, sendo que cada um inclui diversas sondas e equipamentos auxiliares. A fonte não forneceu detalhes sobre a quantidade de aviões não tripulados envolvidos no negócio. A entrega das sondas deve começar dentro de alguns meses, mas não foi mencionada uma data específica. Ainda segundo a fonte, Agentes da Polícia Federal estão atualmente recebendo treinamento da Israel Aerospace Industries para operar o sistema de vigilância.

A empresa intensificou suas operações com o Brasil no decorrer do último ano, criando inclusive uma joint venture com o Synergy Group, com sede nos Estados Unidos, para ir atrás de contratos no País.

Fonte: Estado S. Paulo

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

PF's lançam livro sobre o COT - Comando de Operações Táticas, a SWAT brasileira!

COT, Charlie-Oscar-Tango é o título do livro que conta um pouco da história e da rotina das operações realizadas pelo COT - COmando de Operações Táticas, grupo especial da Polícia Federal.

Segundo um dos autores, o Agente de Polícia Federal Fabiano Tomazi, "criar uma discussão sobre como fazer polícia com qualidade é o objetivo central do livro". O outro autor é o APF Eduardo Bettini. Tomazi tem sete anos na PF e Bettini oito. Ambos ingressaram no COT em 2004.

O pré-lançamento aconteceu no Rio de Janeiro e São Paulo e está à venda desde o dia 2 de outubro de 2009. O pedido pode ser feito no site das livrarias Americanas.com, Saraiva e Cultura. O exemplar também pode ser adquirido diretamente nas lojas das redes Saraiva e Cultura. O lançamento oficial deverá acontecer ainda no mês de novembro em Brasília, na sede do COT.

Os Agentes escritores pretendem lançar futuramente outro livro contando missões do COT e devem aprofundar a discussão sobre segurança pública. A previsão é que seja publicado no final de 2010.

Fonte: http://www.charlieoscartango.com.br

terça-feira, 10 de novembro de 2009

A falência do modelo de segurança pública brasileiro

Mais um acontecimento envolvendo a insegurança pública no Rio de Janeiro, mais uma vez vemos a sociedade atônita com tais fatos, e o poder público a reboque deles, a procura de um arremedo para o estrago, que com a conquista dos Jogos Olímpicos toma proporções bem maiores.

Não foi o primeiro incidente envolvendo aeronaves no Rio de Janeiro, Estado que devido a sua topografia foi pioneiro no uso de helicópteros na segurança pública. No final da década de 80, a Polícia Civil teve uma de suas aeronaves abatidas na favela do Juramento, quando então foi adotado o modelo Esquilo para suas ações aerotáticas. E no ano de 2007, outro policial morreu em circunstâncias bem parecidas: Eduardo Demoro Hamilton foi vítima de um tiro de fuzil enquanto integrava equipe policial que apoiava o cumprimento de uma execução judicial no Morro do Adeus.

A escala da violência é uma crescente no Brasil. Não há consenso sobre sua origem, nem como sobre estancá-la. Mas já não é sem tempo da sociedade visualizar que a solução do problema perpassa por cargos ou por nomes. Não será um oficial-general Fulano, um juiz Cicrano ou um delegado Beltrano, quem solucionará o problema. A saída está no enfrentamento de um modelo fracassado, concebido pela Constituição Federal de 1988 atendendo a lobbies, o que fez da segurança pública brasileira uma colcha de retalhos.

Nos principais modelos de policiamento adotados em todo o mundo, as polícias realizam o ciclo completo. Não há a dicotomia aqui criada, o que por diversos motivos dificulta e muito a atuação policial. A polícia que patrulha é a mesma que investiga, sendo apenas funções diferentes.

Não existe no mundo concurso público para a figura do condutor da investigação, criação da era pós-feudal onde a atuação policial era exercida por um magistrado, e que foi abolida no século XVIII nos países europeus, mas que é mantida aqui única e exclusivamente por força de movimentos das categorias que são favorecidas por este modelo, em verdadeira manutenção de castas. Uma investigação cartorária onde um servidor determinaria detrás de sua confortável mesa os rumos da investigação, burocratizada e lenta, com ofícios e interrogatórios agendados, onde o investigado tem tempo de sobra para discutir e acordar com seus pares as respostas que serão dadas. Diz-se “pseudo condutor” porque de fato quem norteia os rumos do trabalho é aquele que detém conhecimento dos meandros da atividade multi-disciplinar chamada investigação criminal. Ou alguém acredita ser possível uma pessoa ter sob sua responsabilidade cerca de 300 investigações simultaneamente? A sociedade tem aí um trabalho profícuo ou trata-se apenas de um faz-de-conta?

De acordo com o Instituto de Segurança Pública do Rio de Janeiro, nos últimos 04 anos entre desaparecidos e mortos foram mais de 24 mil pessoas. Estima-se uma taxa de elucidação de 5% nos crimes de homicídio. Ou seja, o atual modelo investigativo solucionou apenas 1.200 casos, fazendo com que o crime efetivamente compense.

A despeito de tais vícios, o Rio de Janeiro é também o Estado da Federação que paga um dos piores salários aos profissionais de segurança pública. A relação entre o valor pago a um profissional e o serviço por ele prestado é incontroverso. Pague 30,00 ou 300,00 a uma diarista ou a um motorista, por exemplo, e haverá uma relação direta entre a mão-de-obra que você irá recrutar e o serviço que ela executará.

A União nunca investiu tanto em segurança pública como o faz agora. Todavia, levantamento feito pela Fundação Getúlio Vargas apurou que 14 de 21 estados não utilizaram a verba destinada pelo Ministério da Justiça para segurança pública. O Estado do Rio de Janeiro, especificamente, só usou 24,2% dos recursos disponíveis para a área no corrente ano. Se ampliado para os últimos 03 anos, foram utilizados 39% do total que havia para ser aplicado. Não há milagre, nem santo: a fórmula implica em investimentos, e pesados, para sanar o passivo que existe no descaso como o tema historicamente foi tratado.

Ainda assim, a prioridade nos investimentos vem sempre através dos contratos, as famigeradas licitações, como as que objetivam a locação de viaturas ou compra de helicópteros blindados. Nunca no investimento em seu mais sagrado recurso, o material humano. Para remunerar o homem, o Estado alega não dispor de meios, criando paliativos como a “bolsa Pronasci” que contempla o salário do policial que se matricula em curso de ensino a distância do Ministério da Justiça. Não parece que seja o que irá resolver a questão.

A mudança não está no governante A ou B, nem no corpo policial, mas no seio da sociedade que deve clamá-la exercendo legitima manifestação sobre os poderes constituídos.

Marcelo Pasqualetti é bacharel em direito, especialista em Limites Constitucionais da Investigação no Brasil (UNISUL) e Ciências Criminais (UCAM), ocupando o cargo de agente de polícia federal.

Fonte: Forum Brasileiro de Segurança Pública

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Por que o palanque caiu? Excesso de puxa sacos e "aspones"!!

Palanque que derrubou Requião estava com dobro de pessoas do recomendado

O governador Roberto Requião e outras 24 pessoas ficaram feridas após uma queda de um palanque em Paiçandu, no Noroeste do Paraná. Dono da estrutura afirmou que só 40 pessoas poderiam estar no local. Governo reconhece que havia até 80 na hora do acidente!

Havia pelo menos o dobro de pessoas em relação ao recomendado pela empresa que armou o palanque que cedeu e derrubou o governador Roberto Requião e outros políticos na manhã desta quinta-feira (5-11-2009), em Paiçandu, região Noroeste. Segundo Anderson Dorigan, proprietário e responsável pela armação do palanque, a estrutura suportava 40 pessoas com segurança, mas no momento da queda o peso era bem maior. De acordo com o chefe da Casa Militar, coronel Washington Alves da Rosa, a estimativa é de que até 80 pessoas estavam no local.

“Foi excesso de peso. O palco é para 40 pessoas distribuídas em 120 metros. Na hora tinha umas 140 (pessoas) e estavam concentradas”, disse Dorigan, o que significa mais que o triplo, segundo a estimativa do responsável. O dono do palanque disse ainda que informou aos organizadores sobre o limite de pessoas que poderiam subir. Segundo ele, a estrutura era nova e tinha apenas três meses de uso. “Não foi problema estrutural”, disse.

“Eu acho que entre 50 e 80 pessoas estavam no palco”, afirmou o chefe da Casa Militar. Segundo Rosa, é a Casa Militar que define as medidas de seguranças em eventos oficiais e quantas pessoas poderiam estar no palanque. Ele explicou que a estrutura foi vistoriada nesta quarta-feira (4-11-2009) e foi concluído que o palco suportaria até 300 pessoas, número bem acima da lotação na hora do acidente.

Queda do palanque

O palanque em que estavam o governador Roberto Requião (PMDB) e os secretários de estado Luiz Forte Netto (Desenvolvimento Urbano) e Luiz Fernando Delazari (Segurança Pública), entre outras autoridades, caiu no fim da manhã em Paiçandu, a cerca de 15 km de Maringá. O governador anunciava a entrega de 69 ônibus escolares para as 29 cidades que formam a Associação dos Municípios do Setentrião Paranaense (Amusep). O Corpo de Bombeiros deslocou diversas viaturas para a praça e 25 pessoas foram atendidas em hospitais da região com ferimentos leves.

O governador, segundo Rosa, luxou o pé esquerdo, depois que parte da estrutura do palanque caiu sobre ele. A assessoria de imprensa do Governo Estadual informa que o governador passa bem, embora esteja mancando, e diz que ele não foi levado para nenhum hospital. Entre os feridos estão o deputado estadual Nereu Moura (PMDB), que sofreu um corte na cabeça; o deputado federal Odílio Balbinotti (PMDB), com um ferimento no ombro; e o secretário Ênio Verri (Planejamento), que sofreu uma luxação na perna e passou por exames no Hospital Paraná. Também estavam no palanque os deputados estaduais Artagão Junior, Teruo Kato, Waldyr Pugliesi (todos do PMDB), Luiz Nishimori (PSDB) e Dr. Batista (PMN).

O evento ocorria na Praça da Igreja Matriz de Paiçandu, que fica na Avenida Luzia Roberto Françoso. Além das autoridades estaduais, muitos prefeitos da região acompanhavam a entregas dos ônibus.

Perícia

Os peritos do Instituto de Criminalística estiveram em Paiçandu na tarde desta quinta-feira e fizeram o levantamento preliminar do local do acidente. Embora a perícia não revele as conclusões iniciais da investigação, o coronel Washington Alves da Rosa disse que as barras de sustentação eram muito longas e o peso se concentrou sobre uma delas.

As análises preliminares são constituídas de medições, levantamento fotográfico e apreensão da estrutura para testes em laboratório. “É apreendida porque é uma evidência. Até agora os documentos de responsabilidade técnica não foram apresentados”, disse o engenheiro Luis Noboro Mazukawa, perito criminal.

O inquérito civil e criminal será conduzido pela Delegacia de Paiçandu. “Temos que esperar os laudos e apurar as responsabilidades. Ver se o placo tinha espaço e condições. Só depois vai caber ação criminal”, disse José Nunes Furtado, delegado de Paiçandu. Segundo Dorigan, dono do palanque, seu advogado vai indicar um perito particular para acompanhar as investigações.

Encontro com ministros é cancelado

Em decorrência do acidente, os compromissos que Requião cumpriria em Londrina, na tarde desta quinta (5-11-2009), foram cancelados, informa a assessoria de imprensa do Governo Estadual.

Na presença dos ministros Tarso Genro (Justiça) e Paulo Bernardo (Planejamento), o governador assinaria às 14h, o termo de adesão que inclui o Consórcio Intermunicipal de Segurança Pública e Cidadania de Londrina e Região (Cismel) no Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci).

Às 16h30, Requião entregaria obras e equipamentos para a Universidade Estadual de Londrina (UEL).

Fonte: Jornal de Londrina

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Tombo do Governador Requião!


Além de Requião, queda de palanque feriu 24 no PR

SÃO PAULO - Vinte e cinco pessoas ficaram feridas, entre elas o governador do Paraná, Roberto Requião (PMDB), após a queda do palanque montado para a solenidade de entrega de ônibus escolares em Paiçandu, no noroeste do Estado, no fim da manhã de hoje (05-11-2009). Requião sofreu uma luxação no pé esquerdo, mas passa bem. Porém, sua agenda da tarde, em Londrina, foi cancelada.

Segundo o governo do Estado, as 25 pessoas foram levadas ao Hospital Municipal com cortes superficiais e escoriações. No início da tarde elas já haviam sido medicadas e liberadas. O secretário do Planejamento, Ênio Verri, que sentia fortes dores na perna foi encaminhado ao hospital em Maringá.

Entre os feridos também estão os deputados estaduais Nereu Moura, com um corte na cabeça, e Odílio Balbinoti, com luxação no ombro. De acordo com o governo, uma primeira avaliação revelou que uma viga de aço cedeu, provocando o desabamento do palco. A área foi cercada pela Polícia Militar (PM).

Fonte: Estadão

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Lei Seca...PM/RJ...


Major da Polícia Militar foge de blitz da lei seca e é detido no Rio

O major da Polícia Militar do Rio de Janeiro Fernando Corrêa de Oliveira foi detido na madrugada de domingo (1ºNOV2009), em blitz da lei seca, em Niterói, após se recusar a fazer exame de bafômetro, apontar a arma para um tenente e tentar fugir, de acordo com a versão divulgada pela polícia.

A Polícia Militar vai iniciar hoje a investigação sobre o caso, mas a assessoria de imprensa da corporação informou que o oficial já deixou de ser nomeado para uma função que ocuparia. Ele já estava lotado no Departamento Geral de Pessoal da corporação, conhecido como "geladeira".

O major, sem farda, teria discutido com o tenente que participava da ação. Segundo a PM, ele o chamou de "um merda" e de "moleque fedendo a leite", antes de sacar sua pistola e apontá-la para a cabeça do policial. Em seguida, de acordo com a polícia, o major tentou fugir, mas foi detido e levado para a 77ª Delegacia de Polícia (Icaraí). Após o incidente, ele foi liberado.

Autuação

O major Oliveira foi autuado por desacato, arruaça e desobediência e vai ser alvo de inquérito policial militar, administrativo. Sua carteira de motorista e o seu carro Honda Civic foram apreendidos. Ele foi multado em R$ 957,50.

A Folha tentou localizar ontem o major Oliveira ou seus representantes legais para comentarem o assunto, mas não conseguiu.

Condenações

O oficial da Polícia Militar já foi condenado criminalmente duas vezes a detenção em regime aberto por atitudes do gênero quando estava de folga.

No primeiro episódio, segundo a polícia, ele ameaçou com arma três funcionários de um ferro-velho em São Gonçalo (Grande Rio) que se negaram a lhe vender peças separadamente e lhes deu voz de prisão.

Interdição

Fernando Oliveira teria "interditado" o local e os teria mantido presos por três horas. Quando policiais civis chegaram, avisados por vizinhos, ele teria disparado tiros contra o carro da polícia, furando os pneus do veículo.

De acordo com a polícia, o major Oliveira teria chamado policiais de "ladrões" e outro de "delegado de merda", na ocasião. Na delegacia, ainda segundo a versão da polícia, ele teria danificado o vidro da sala a cabeçadas.

O oficial da Polícia Militar foi condenado em primeira instância por abuso de autoridade, dano de carro policial, dano de delegacia policial e desacato, mas o Tribunal de Justiça do Estado o absolveu do abuso de autoridade e do desacato.

Discussão

No outro caso, também de folga, o major chamou de "soldado de merda" uma policial que operava o 190. Ele havia telefonado para o número de emergência e solicitado o envio de patrulha a um local. Irritado com a soldado Alessandra, invadiu o centro de operações sem se apresentar ao comandante e a teria ofendido.

Formado em direito, o oficial é autor de coletânea de legislação sobre "procedimentos policiais militares", que ensina, entre outras coisas, sobre "poder de polícia", "perturbação do sossego alheio", "prisão de militares" e a "lei do abuso de autoridade".

Fonte: Folha Online

sábado, 31 de outubro de 2009

Sobreviventes do acidente com o avião C-98 Cessna Caravan da FAB


FAB encontra corpo de vítima do acidente aéreo no Amazonas

O Comando da Aeronáutica informou, na tarde deste sábado (31-10-2009), que encontrou o corpo de João de Abreu Filho, dentro da aeronave (C-98 Cessna Caravan) da Força Aérea Brasileira (FAB), que está submersa a 6 metros de profundidade no igarapé Jacurapá, no Amazonas. O técnico da Fundação nacional de Saúde (Funasa) teria ficado preso no avião e morrido afogado. As buscas prosseguem para encontrar o suboficial Marcelo dos Santos Dias.

No local, estão 15 militares da FAB, seis do Exército Brasileiro, dois da Marinha e dois bombeiros de Cruzeiro do Sul (AC), além de índios da tribo Marubo.

Dois helicópteros da FAB e um Cougar do Exército estão fazendo o transporte de militares e equipamentos de apoio até a clareira aberta próximo ao local. Uma aeronave C-105 Amazonas da FAB sobrevoa a área para apoiar os militares em terra na comunicação com as bases em Cruzeiro do Sul (AC) e Manaus (AM).

O monomotor Cessna C-98 Caravan, que fazia o trajeto entre as cidades de Cruzeiro do Sul (AC) e Tabatinga (AM), desapareceu na manhã de quinta-feira (29-10-2009) e foi encontrado por índios na sexta-feira. A aeronave fez um pouso forçado no rio Ituí, no Estado do Amazonas, e foi encontrado dez milhas fora de sua rota.

O avião transportava técnicos da Funasa que faziam o trabalho de vacinação em aldeias indígenas do vale do Javari, no extremo oeste do Amazonas.

Buscas

Os sobreviventes são: os militares Tenente Carlos Wagner Ottone Veiga, Tenente José Ananias da Silva Pereira e Sargento Edmar Simões Lourenço; e os civis Josiléia Vanessa de Almeida, Maria das Graças Rodrigues Nobre, Maria das Dores Silva Carvalho, Marina de Almeida Lima, Diana Rodrigues Soares e Marcelo Nápoles de Melo.

A aeronave, submersa, foi localizada por mergulhadores da Aeronáutica e do Exército, que participam das buscas. "No momento, a recuperação do avião não é nossa prioridade. Já sabemos onde ele está, mas vamos nos concentrar em procurar as pessoas que ainda não foram localizadas", declarou Jorge Cruz de Souza e Mello.

Investigações

A FAB deu início às investigações sobre as causas do acidente. Os pilotos da aeronave já foram ouvidos extraoficialmente, mas as causas da queda ainda não foram divulgadas. O Major-Brigadeiro Jorge Cruz de Souza e Mello não deu informações sobre os primeiros depoimentos. Ele disse que o resultado final das investigações pode demorar até um ano para ser concluído.

Mello disse que um oficial especializado em investigação de acidentes aéreos foi enviado a Cruzeiro do Sul para ouvir os tripulantes da aeronave localizados pelas equipes de resgate: o Primeiro Tenente Carlos Wagner Ottone Veiga, o Segundo Tenente José Ananias da Silva Pereira e o Primeiro Sargento Edmar Simões Lourenço.

O Major-Brigadeiro disse que os tripulantes terão de dar outro depoimento, este oficial, para uma comissão que será formada nos próximos dias e que irá investigar as causas do acidente.

Questionado sobre a possibilidade de uma pane mecânica, já que as condições climáticas na região e no momento do voo eram favoráveis, Mello foi cauteloso. "Seria leviano de minha parte dizer ou insinuar que o acidente aconteceu por pane mecânica. Ainda é prematuro, mas o caso será esmiuçado", explicou.

Fonte: UOL Notícias