domingo, 4 de maio de 2008

"Homem de Ferro" supera expectativas de bilheteria nos EUA

O personagem de histórias em quadrinhos "Homem de Ferro" (Iron Man) provou seu valor nas bilheterias na América do Norte, dando o pontapé inicial para a temporada de filmes de verão (no Hemisfério Norte) e arrecadando cerca de 100,75 milhões de dólares no fim de semana.

O número supera em muito as expectativas de uma estréia entre 70 e 80 milhões de dólares para um período de três dias à partir de sexta-feira. No todo, o filme contabilizou 104,25 milhões de dólares, contando as pré-estréias de quinta-feira, segundo números apresentados pelo estúdio neste domingo.
O números de "Homem de Ferro", protagonizado por Robert Downey Jr, para os Estados Unidos e Canadá ficaram um pouco abaixo dos 114,8 milhões de dólares arrecadados por "Homem Aranha" no primeiro fim de semana em maio de 2002.

Com críticas em sua maior parte favoráveis, "Homem de Ferro" é estrelado por Downey, 43, interpretando o industrial bilionário e playboy Tony Stark, que enfrenta uma crise de meia-idade e cria uma armadura de alta tecnologia que o transforma em super-herói. O filme foi dirigido por Jon Favreau.

"Homem de Ferro" facilmente marca o principal filme de Downey, pelo menos em termos comerciais. Mais conhecido por sua indicação ao Oscar em 1992 por interpretar Charlie Chaplin no filme biográfico "Chaplin", sua carreira começou a afundar nos anos 1990 em meio à dependência de drogas que o levou a ser preso por um ano.

Trailer de "Homem de Ferro" (Iron Man)

sábado, 3 de maio de 2008

Você conhece o ECHELON ?

Echelon é o nome dado na cultura popular e mídia a um alegado projeto secreto de SIGINT, para o qual não existem explicações oficiais de que função possa desempenhar. Alguns estudiosos da área afirmam que serve para a interceptação mundial de telecomunicações (internet, fax, telefones fixos e móveis) encabeçado pela Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos da América (NSA), com a colaboração de agências governamentais de outros países (Reino Unido, Austrália, Canadá, Nova Zelândia), para analisar as comunicações em nível mundial, com o fim de procurar mensagens que representem ameaças à segurança mundial. Devido a todo o mistério que envolve o Sistema Echelon, algumas teorias o acusam de promover até mesmo espionagem industrial.

No final de Janeiro de 2006, a Electronic Frontier Foundation, uma entidade ligada à defesa das liberdades no mundo digital, iniciou uma ação judicial contra a operadora de telefonia estado-unidense AT&T devido a uma suposta colaboração com o Echelon

O alcance do sistema Echelon

Os defensores da teoria de que o Echelon existe alegam que tudo o que se fala pelo telefone ou transmite pela Internet e pelo fax, é controla­do, em tempo integral, via satélite, pelo Sistema Echelon, e que este é uma sofisticada máquina cibernética de espionagem, cria­da e mantida pela Agência de Segurança Nacional (NSA) dos Estados Unidos, com a participação direta do Reino Unido, do Canadá, da Austrália e da Nova Zelândia.

Com suas atividades iniciadas nos anos 80, o Echelon terá, como embrião histórico, o Pacto denominado Ukusa, firmado secretamente pela Grã-Bretanha e pelos EUA, no início da Guerra Fria.

Destinado à recolher e trocar informações, o Pacto UK-USA resultou, nos anos 70, na instalação de estações de rastrea­mento de mensagens enviadas desde e para a Terra por satélites das redes Intelsat (International Telecommunica­tions Satellite Organization) e Inmarsat. Outros satélites de observação foram enviados ao es­paço para a escuta das ondas de rádio, de celulares e para o registro de mensagens de correios eletrônicos. Na Inglaterra, o órgão governamental associa­do à NSA é a GCHQ (Britain’s Government Communica­tions Headquarters). A maior base eletrônica de espionagem no mundo é a Field Station F83, da NSA e se situa em Menwith Hill, Yorkshire, na Grã-Bretanha.

Além disto, já sob o guarda-chuva do Echelon, seriam cap­tadas as mensagens de telecomunicações, inclusive de ca­bos submarinos e da rede mundial de computadores, a lnternet. Em linguagem técnica, o objetivo dessa rede (ne­twork) é o de captar sinais de inteligência, conhecidos como SIGINT.

O segredo tecnológico do Echelon consiste na interco­nexão de todos os sistemas de escuta. A massa de infor­mações é espetacular e, para ser tratada, requer uma tria­gem pelos serviços de espionagem dos países envolvidos, por meio de instrumentos da inteligência artificial.

“A chave da interpretação — afirma Nicky Hager; pes­quisador do tema — reside em poderosos computadores que perscrutam e analisam a massa de mensagens para delas extraírem aquelas que apresentam algum interesse. As estações de interceptação recebem milhões de mensa­gens destinadas às estações terrestres credenciadas e utili­zam computadores para decifrar as informações que con­têm endereços ou textos baseados em palavras-chaves pré-programadas”.

Nos dicionários: Fidel e o MST

Estas palavras-chave resumem os alvos principais dos serviços de inteligência dos Estados Unidos e de seus só­cios no Echelon. Integram os chamados “dicionários”, que são produzidos e trocados, sistematicamente, entre esses organismos.

Entre essas palavras encontram-se, por exemplo, os nomes de Fidel Castro e Hugo Chávez e do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, o MST. Incluem, também, expressões como terrorismo, guerrilha, narcotráfico e ajuda ao Terceiro Mundo.

O acesso a alguns desses “dicionários” só se tornou possível graças à colaboração de ex-agentes — sobretudo australianos e neo-zelandeses — com pesquisadores liga­dos a ONGs defensoras das liberdades públicas e do direi­to à privacidade. Os megacomputadores da NSA são, segundo os seguidores da teoria da existência do Echelon, capazes de reco­nhecer automaticamente a identidade dos interlocutores, numa conversação telefônica.

Além de palavras-chave, o código do Echelon também inclui cifras-chave. 5.535 representa as comunicações diplomáticas japonesas; 8.182 indica a troca de tecnologias criptográficas. Os documentos resultantes das pesquisas recebem símbolos distintivos: Moray (secreto), Spoke (ul­tra-secreto), Gamma (interceptação de comunicações rus­sas, mesmo no pós-Guerra Fria)

Espionagem industrial

O sistema Echelon alegadamente, tem sido utilizado em prol das empresas/interesses comerciais americanos.

Exemplos conhecidos são:

Enercon, empresa Alemã que desenvolve tecnologia relacionada com turbinas eólicas
Lernout & Hauspie empresa Belga, abriu falencia depois de se saber da existência de uma contabilidade paralela. Foi comprada em Dezembro de 2001 pela Nuance Communications
Airbus versus Boeing em 1994. Contrato de 6 mil milhões de dólares com a Arábia Saudita. Revelação de suborno do consórcio europeu Airbus. Método utilizado, "(...) de escuta de faxes e telefonemas entre o consórcio europeu Airbus, a companhia aérea e o Governo sauditas sobre satélites de comunicações. A McDonnel-Douglas, concorrente norte-americana da Airbus, conclui o negócio". (pag.107 do relatório elaborado pelo PE).


O Brasil no Echelon

De forma totalmente ilegal, a NSA utilizou a rede Echelon para espionar todos os movimentos do Greenpe­ace por ocasião dos protestos contra os ensaios nucleares franceses, no Atol de Mururoa, no Pacífico Sul.

O Brasil também participa da história secreta do siste­ma: por meio da rede, o governo norte-americano inter­ceptou as negociações entre o governo FHC, no primeiro mandato, e a empresa francesa Thomson, para a compra dos equipamentos de vigilância da Amazônia, através do Sivam. Com base nos dados coletados, a Casa Branca e o com­plexo industrial estadunidense conseguiram derrubar Thomson e, finalmente, a empresa norte-americana Raytheon acabou ganhando a concorrência internacional.

As comunicações dos países e dos cidadãos latino-ame­ricanos são processadas nas estações de Sabana Seca, em Porto Rico, Leitrim no Canadá e Sugar Grove, West Virginia, EUA.

O megapoder da NSA

A agência de inteligência norte-americana mais conhe­cida é a CIA. No entanto, de acordo com os pesquisadores dessa área, a mais poderosa é a NSA. Ela possui, hoje, cer­ca de 20 mil funcionários em Fort Meade, seu quartel-ge­neral. São, principalmente, analistas de sistemas, engenhei­ros, físicos, matemáticos, linguistas, oficiais de segurança e administradores de empresas, entre outros especialistas de alto padrão.

A NSA foi criada em 1952 por meio de um decreto se­creto do presidente Harry Truman para cuidar de espionagem e contra-espionagem, dentro e fora dos Estados Unidos. Seu organograma (conhecido publicamente, pela primeira vez, em 18 de dezembro de 1998, graças à lei co­nhecida como Freedom Information Act), demonstra que seus serviços cobrem praticamente todo o universo das tecnologias da informação.

Com base nessa massa crítica, os EUA adiantaram-se no tempo para assegurar sua hegemonia mundial no sé­culo 21. Em novembro de 1997, o chefe do Estado-Maior da Força Aérea norte-americana fez palestra na Câmara de Representantes, em Washington e afirmou: “No primei­ro trimestre do próximo século, seremos capazes de locali­zar, seguir e mirar — praticamente em tempo real — qual­quer alvo importante em movimento, na superfície da Ter­ra.

Ao refletir sobre o que chama de televigilância global, o filósofo e urbanista francês Paul Virilio afirma que o fenômeno histórico que leva à mundialização exige cada vez mais luz, cada vez mais iluminação. E assim que se desenvolve hoje uma televigilância global que não reco­nhece qualquer premissa ética ou diplomática. A atual glo­balização das atividades internacionais torna indispensá­vel uma visão ciclópica ou, mais precisamente, uma visão cyber-ótica... Com essa dominação do ponto de vista orbi­tal, o lançamento de uma infinidade de satélites de obser­vação tende a favorecer a visão globalitária. Para “dirigir” a vida, não mais se trata de observar o que acontece diante de si. A dimensão zenital prevalece, de longe ou mais alto, sobre a horizontal e não se trata de um assunto de pouca importância porque o “ponto de vista de Sirius” apaga toda perspectiva”. (em Le Monde Diplomatique, agosto de 1999, pgs.4e 5).

Teoria da Conspiração

Dado que as agências de inteligência ocidentais estão de uma maneira geral proibidas de espiar os seus próprios cidadãos, os teóricos da conspiração sugerem a existência de um pacto Reino Unido-Estados Unidos, por forma a tornearem esta lei. Assim sendo, as instalações no Reino Unido monitorizam os cidadãos americanos e as dos EUA os cidadãos Europeus. Depois procedem à troca da informação obtida.

Em Dezembro de 2005, o New York Times publicou um artigo afirmado que a Administração Bush tinha implementado um programa de espionagem interna desde 2002.

Durante a disputa de fronteira sobre as ilhas Saint-Pierre e Miquelon, que opôs a França e o Canadá, também foi usado o Echelon. Numa entrevista ao Ottawa Citizen (22 de Maio, 1999), o antigo agente da CSE, Fred Stock, revelou que o Canada usou o Echelon para espiar o governo francês.

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Planos de exploração de petróleo nas Falkland geram protesto da Argentina contra Londres

A Argentina deverá protestar diante da Grã-Bretanha sobre os planos de empresas britânicas de realizar perfurações prospectivas ao redor das ilhas Falkland, que deverão começar em cerca de dois meses. Fontes britânicas confirmaram que o Ministério das Relações Exteriores argentino convocou autoridades para uma reunião ontem, mas não no nível de embaixador. Uma fonte do ministério disse que "haverá um protesto".

A reunião ocorre depois que a empresa Rockhopper Exploration se declarou pronta para começar a perfurar nas águas ao redor das ilhas disputadas entre os dois países. A Argentina, que não reconhece as licenças de exploração, chama as ilhas de Malvinas e mantém sua reivindicação de soberania apesar de ter perdido a rápida guerra com o Reino Unido em 1982.

"O Reino Unido não tem dúvidas sobre a soberania das ilhas Falkland e as áreas marítimas ao redor", disse um porta-voz da embaixada britânica em Buenos Aires. "O governo das ilhas Falkland tem o direito de desenvolver uma indústria de hidrocarbonetos."

A Rockhopper diz que em dois meses estará pronta para perfurar até quatro poços na bacia das Falkland Norte, e também poderá participar de outros quatro poços planejados pela Desire Petroleum, outra companhia britânica. Isso levanta a perspectiva de um programa de perfuração de oito poços na área, que há muito tempo é considerada rica em petróleo.

"Acreditamos que nossa área é de baixo a médio risco no panorama de exploração global, com potencial para descobrir mais de 3,5 bilhões barris de petróleo recuperável usando parâmetros conservadores, e isso deverá ter um considerável interesse para a indústria no ambiente atual", disse o presidente executivo da Rockhopper, Pierre Jungels, em um comunicado.

Seis poços foram perfurados em uma área com a metade do tamanho do Texas na bacia Falkland Norte em 1998, e cinco tiveram fluxos de petróleo ou gás. O Departamento de Recursos Minerais do governo das ilhas Falkland disse "que há muitas coisas melhores para testar".

Outras empresas também estão operando na área. A Desire Petroleum diz que tem 12 locações na bacia Falkland Norte prontas para perfurar, e a Argos Resources também está explorando na mesma bacia. Na bacia das Falkland Leste, a Falklands Oil & Gas, que tem uma sociedade com a BHP Billiton, espera começar a perfurar no ano que vem. Enquanto isso, a Borders & Southern está realizando estudos sísmicos na bacia Falkland Sul.

A situação política das ilhas permanece altamente delicada. No ano passado a Argentina disse que qualquer empresa que explore hidrocarbonetos lá será proibida de atuar na Argentina.

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Policiais federais pagam fiança e são liberados

Chegaram na tarde desta terça-feira, 29/04/2008, a Ponta Porã, Mato Grosso do Sul, os três policiais federais brasileiros que foram presos domingo no Paraguai, acusados de furar três barreiras policiais no País vizinho, no trajeto entre Assunção e a fronteira com o Brasil. Segundo informações da delegacia da PF, os três policiais pagaram o equivalente a R$ 1,5 mil para serem liberados e aguardarem julgamento do caso.

Eles são acusados de resistência à ação policial. Na versão divulgada pela polícia paraguaia, os três, além de furarem as barreiras, dispararam contra os policiais daquele País. Houve perseguição e os agentes só foram presos em Pedro Juan Caballero, já na fronteira com o Brasil.

A PF nega informações e diz que eles viajavam de folga, com permissão da chefia e que adotaram as providências necessárias, como retirar a tarjeta de entrada no Paraguai.

Conforme as informações da delegacia da PF em Ponta Porã, em uma das barreiras que segundo os paraguaios foi ultrapassada, o motorista do veículo teria entendido o sinal de parar como se fosse para apenas reduzir a velocidade.

Na terceira barreira, onde as autoridades paraguaias afirmam ter havido troca de tiros, o que é negado pelos policiais. Todos são de fora de Ponta Porã, e vieram para a cidade para trabalhar, como ocorre com a quase todalidade do efetivo da PF na cidade.

As autoridades paraguaias garantem que dentro do carro encontraram 18 latas de cerveja fechadas, duas latas vazias, um lote de munição de armas calibres 9 mm, .357 mm e de escopeta, além de um coldre e outros objetos pessoais que estavam nos bolsos dos policiais. Em depoimento eles teriam dito que compraram os produtos em Assunção.

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Três policiais federais brasileiros são detidos no Paraguai

Três policiais federais de Mato Grosso do Sul foram detidos no Paraguai , no domingo (27/04/08), acusados de furar uma barreira policial na região de Chiriguelo. Eles estavam de folga e teriam viajado a Assunção para fazer compras.

O delegado Caio Rodrigo Pellim, chefe da delegacia da Polícia Federal em Ponta Porã (MS), afirmou ao G1 que os policiais admitiram ter passado por um posto policial no Paraguai, mas não receberam nenhum aviso de parada. Segundo Pellim, os brasileiros pararam em uma barreira policial perto de Pedro Juan Caballero, ainda no Paraguai, e foram detidos.

“Eles estão sob custódia enquanto aguardam autorização para voltar ao Brasil. Eles foram detidos por prática de crime de resistência, já que os policiais paraguaios alegam que eles furaram o bloqueio e desobedeceram as autoridades”, diz Pellim.

De acordo com o delegado, os brasileiros não trocaram tiros com a polícia paraguaia. “Eles estavam de folga, fora do horário de serviço e não portavam armas. Fizeram poucas compras e não tiveram nenhum material apreendido”, afirma Pellim.

Os brasileiros, que trabalham em Ponta Porã, devem ser liberados na manhã desta terça-feira (29/04/08).

sábado, 26 de abril de 2008

PF aprende carga de 100 milhões de cigarros falsos em São Paulo

A Polícia Federal (PF) de Presidente Prudente, interior de São Paulo, realizou na madrugada de 24/04/2008 a maior apreensão de cigarros já registrada no Estado de São Paulo. Foram aprendidos mais de 500 mil pacotes de cigarros de diversas marcas, que somam cinco milhões de maços com 20 cigarros cada, totalizando 100 milhões de unidades.
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Segundo a PF, toda a carga era transportada em um comboio composto por sete carretas e um bi-trem. Quatro motoristas foram presos, um conseguiu fugir e outros três abandonaram as caretas antes da chegada da polícia.

Conforme as declarações do delegado Ianê Linário Leal, chefe da Polícia Federal de Presidente Prudente, a apreensão aconteceu quando uma equipe da PF já investigava a ação dos contrabandistas que utilizam com certa freqüência a rodovia Assis Chateaubriand (SP-425) para o escoamento do produto de contrabando. "Montamos diligências para a averiguação dessas cargas suspeitas e obtivemos êxito em interceptar essa que foi sem dúvida a maior apreensão de cigarros", explicou.

A apreensão ocorreu em dois pontos da região. Primeiro, foram três carretas que estavam estacionadas no acostamento da rodovia nas imediações de um posto de revenda de combustíveis. Ao notarem a movimentação da Polícia federal, os condutores abandonaram os caminhões e desapareceram. Os motoristas não foram localizados.

"Dando continuidade às investigações, encontramos já no município de Teodoro Sampaio mais quatro carretas e um bi-trêm, também transportando cigarros. Eles faziam parte da mesma equipe. Quatro motoristas foram presos e um deles conseguiu se evadir. Todos os caminhões com as respectivas cargas foram apreendidos e encaminhados para a Delegacia de Polícia Federal, onde os motoristas foram autuados por crimes de contrabando e formação de quadrilha", afirmou o delegado.

Dois dos motoristas detidos são da cidade de Eldorado, um de Cruzeiro do Oeste e outro de Iguatemi, todas no Estado do Paraná (PR). Eles afirmaram que receberam as cargas em Foz do Iguaçu (PR) de um homem conhecido como Chicão, de quem teriam recebido R$ 4 mil pelo serviço do transporte. Eles disseram que deveriam distribuir a carga em locais diferentes da capital e Grande São Paulo.

Os cigarros e os caminhões serão encaminhados para a Receita Federal, que deverá incinerar os cigarros e dar destino legal aos caminhões. Os presos serão encaminhados ao Centro de Detenção Provisória (CDP) de Caiuá (SP).

Fonte: O Dia

terça-feira, 22 de abril de 2008

Treinamento do COT


O Comando de Operações Táticas (COT) é o grupo de elite da Polícia Federal brasileira.

É especializado no combate ao terrorismo, tráfico de drogas, bem como em diversas operações especiais que requerem um alto grau de desempenho tático.

Em sua origem, a técnica de treinamento utilizada baseou-se no GSG 9 alemão, porém, com o passar dos anos, foi aperfeiçoando-a até desenvolver técnicas próprias, mesmo porque o COT atua em todo o Brasil, em regiões tão vastas e distintas que exigem um constante aprimoramento dos diversos tipos de treinamentos.

O COT dispõe do maior centro de treinamento de operações táticas da América Latina, que funciona tanto de dia como de noite, onde são ministrados os cursos de Combate em Área Restrita, de Operações Táticas e de Atirador de Precisão, atualmente reconhecidos, referências na América do Sul.

Todos os membros do COT são exímios atiradores (armas curtas e longas) e especialistas em técnicas de combate corpo-a-corpo (baseadas no Jiujitsu e no judô brasileiros). Dominam, com proficiência, técnicas verticais, primeiros socorros, sobrevivência em diversos ambientes, combate em recintos fechados, operações aéreas, etc., pois contam com especialistas treinados em vários cursos, tanto no Brasil como no exterior, além de ministrarem cursos para diversas unidades policiais, brasileiras e/ou estrangeiras.

O seu objetivo se traduz no lema: "À Patria, à Vida, ao DPF; o COT.", inserido em uma placa, à entrada de sua sede.

É formado por policiais federais, que voluntariamente se submetem a um intenso curso de formação, após prévia aprovação em testes e entrevistas, tendo duração total de 16 semanas, em regime integral, e onde são observadas tanto a postura tática e policial como as resistências física e mental aos mais diversos ambientes – terra, água e ar - em regiões como Selva, Caatinga e Montanha.

Já atuou de inúmeras operações, desde sua criação, em 1988, da apreensão de grandes quantidades de drogas por todo o país, a segurança de grandes autoridades, tais como o presidente americano George Bush e o Papa Bento XVI, de operações de combate ao crime organizado, como a Anaconda, ao combate ao tráfico ilícito de entorpecentes nas favelas do Rio de Janeiro, em apoio ao BOPE e outras unidades policiais.

O COT possui uma média de 110 operações/ano, abrangendo todo o Brasil.

Atua em conjunto, em algumas operações, com a Coordenação de Aviação Operacional - CAOP, também pertencente ao quadro do Departamento de Polícia Federal - DPF, sendo uma das razões da utilização da águia em seu síbolo: O apoio aéreo.

segunda-feira, 21 de abril de 2008

O Alerta da Raposa

A questão da Reserva Indígena Raposa Serra do Sol é enigmática por ser um marco na história do Brasil. Após a encenação que foi a criação da Reserva Ianomâni, a agora chamada Terra Indígena Raposa Serra do Sol retrata os compromissos de um grupo “ativista” que está ligado de inúmeras maneiras a entidades do exterior.

Este vínculo não é somente ideológico, mas também financeiro e de uma subserviência e cumprimento de ordens vindas do exterior.

As recentes palestras do General Augusto Heleno, no Programa Canal Livre da Rede Bandeirantes, na FIESP na abertura do Curso de Segurança Internacional e Defesa e no Clube Militar sempre alertando ao Brasil o que está acontecendo na Reserva Raposa Serra do Sol.

Tornou-se um assunto chave pois a questão é o nó que leva a muitos pontos. O General Santa Rosa, afastado do Ministério da Defesa, exatamente por levantar as ações das ONGs e sua perigrinação pelo Brasil levou à criação da CPI das ONGs. Ou a CPI do Google pois foi convenientemente abafada pelas ações do Ministro da Justiça Tarso Genro e a base governista.

Ora o ministro da Justiça Tarso Genro que é tão comedido com facções de irregulares mostra o punho pesado do Estado em jogar a Polícia Federal e a Força Nacional de Segurança Pública em ações midiáticas na Reserva Raposa Serra do Sol. Ação que foi suspensa, por decisão do Supremo Tribunal Federal.

O mesmo governo que através de seu representante emite a seguinte declaração: “A maioria dessas técnicas que estão sendo utilizadas, principalmente com bombas caseiras e algumas ataques como o de ontem (segunda), inclusive ao posto da Polícia Federal de Pacaraima, mostra que eles estão realmente tentando alguns tipos de técnica de guerrilha, que podem ser comparadas a de alguns países sul-americanos”, declarou Fernando Segóvia, delegado da Polícia Federal. (Declaração ao Jornal Nacional em 08 Abril 2008).

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Ação midiática da PF e FNS na Raposa Serra do Sol, Sábado 12 Abril 2008
(foto Radiobras)

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Pois muitas das respostas vêm do próprio grupo articulador dos desmandos ora em curso. Em entrevista para a recém inaugurada Rede RecordNews o Presidente Hugo Chávez de próprio punho mostrou ao jornalista Paulo H. Amorim a “Colômbia Redonda”.

Ora hoje a reserva Raposa Serra do Sol enquadra-se como uma engrenagem perfeita na extensão do domínio Bolivariano sobre a Amazônia Ocidental e projeta uma sombra sobre a Amazônia Oriental.

Alertamos que para ser considerado pela ONU como um território independente deverá ter:

1 - Mesma identidade étnica, cultural;
2 - Ser fronteira com outros países (Não ser um território Mediterrâneo), e,
3 - Continuidade Territorial.

Perguntamos aos leitores quantos destes requisitos estão presentes na Reserva Raposa Serra do Sol.
Aos leitores o julgamento na própria voz do Presidente Chávez.



Bravo General-de-Exército Augusto Heleno que está levando a bandeira inglória de ser brasileiro e defender a pátria . Será que esta é uma pecha que não poderemos mais ser?

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Fonte: Defesa Net

Jobim e Enzo não comparecem à cerimônia de troca da bandeira em Brasília

A cerimônia da troca da bandeira, na Praça dos Três Poderes em Brasília, não contou nesta segunda-feira (21/04/2008) com as presenças do ministro Nelson Jobim (Defesa) e do Comandante do Exército, General Enzo Martins Peri. Os dois se tornaram alvos da atenção depois do mal-estar causado pelas declarações do Comandante Militar da Amazônia, General Augusto Heleno, que criticou a política indigenista do governo e o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que exigiu de Jobim e Enzo que cobrassem explicações do militar.
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Da África, Lula disse no fim de semana que o episódio "estava superado". Em exercício na Presidência da República, o vice-presidente José Alencar defendeu Heleno, afirmando que ele era um militar competente e sério. Alencar minimizou o mal-estar, mas reconheceu que o general não deveria ter criticado o governo.
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Na sexta-feira à noite (18/04/2008), Jobim e Enzo conversaram reservadamente com Heleno. Na reunião, ouviram as explicações do general e segundo interlocutores, satisfizeram-se com os argumentos apresentados, encerrando o assunto.
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Na semana passada, Heleno criticou duramente a política indigenista do governo, em uma palestra feita por ele, no Rio de Janeiro.
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"A política indigenista brasileira está completamente dissociada do processo histórico de colonização do nosso país. Precisa ser revista com urgência. (...) É só ir lá ver as comunidades indígenas para ver que essa política é lamentável, para não dizer caótica", afirmou o General.
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O comentário de Heleno ocorreu no momento em que o governo defende a demarcação de forma contínua na reserva indígena de Raposa/Serra do Sol, no Norte de Roraima. Há um conflito entre indígenas e produtores de arroz na região.
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A solenidade de troca da bandeira foi realizada hoje excepcionalmente, pois normalmente ocorre no primeiro domingo de cada mês, mas como esta segunda-feira é aniversário de Brasília houve a cerimônia. Dos ministros, compareceu Edison Lobão (Minas e Energia) e da oposição, estava presente o senador Marco Maciel (DEM-PE).
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O governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (DEM), homenageou autoridades e pioneiros de Brasília - que completa 48 anos. Houve salva de tiros e desfile militar. Há uma extensa agenda festiva para comemorar o aniversário da cidade com a realização de espetáculos de música, competições esportivas e missa.

Lula faz elogios ao Exército

Objetivo é amenizar crise com autoridades.

O presidente Lula procurou jogar uma pá de cal no princípio de crise com as autoridades militares sobre a demarcação das terras indígenas.

Lula elogiou o “sentimento de nacionalidade” que, segundo ele, uniu, em torno do Exército Brasileiro, “índios, brancos, negros e mestiços” na Batalha dos Guararapes, em Pernambuco, no século XVII, para expulsar os holandeses. A declaração consta da mensagem do presidente a propósito do Dia do Exército, divulgada pela Presidência da República, na qual ele afirma que Guararapes favoreceu “o congraçamento racial e cultural do povo brasileiro” e “uniu os segmentos da sociedade”. A mensagem presidencial foi divulgada 48 horas após as declarações do Comandante Militar da Amazônia, General Augusto Heleno, que definiu a política indígena brasileira como “caótica” e “lamentável.”

Em sua mensagem, Lula afirma ainda que o Exército “esteve presente ao longo de toda a história da formação do Brasil como Estado independente”.