domingo, 23 de março de 2008

Traficante morre na cela da PF

O traficante internacional de drogas, João Mendonça Alves, 38, morreu depois de ser encontrado ferido no pescoço e desacordado na sede da Polícia Federal de São Paulo na tarde deste sábado (22/03/2008). Ele estava preso desde sexta-feira (21), depois que a Polícia Federal apreendeu 1.230 Kg de cocaína em Itatiba, a 84 km de São Paulo. A Polícia Federal instaurou inquérito e trabalha com a hipótese de suicídio.
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Segundo informações da PF, o brasileiro estava preso sozinho em uma cela separada, chamada de inclusão, o que é um procedimento comum com os presos recém-chegados. Ele foi encontrado por volta das 16h de sábado, com três ferimentos no pescoço e bastante sangramento, "possivelmente feito com a faca da refeição". O traficante chegou a ser socorrido no hospital mais próximo (Hospital Sorocabano), mas morreu.
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Ainda segundo a PF, o local passou por uma perícia preliminar neste domingo (23/03/2008). Os outros dois homens do Suriname, que também faziam parte do esquema e foram presos na sexta-feira (21), continuam detidos na carceragem da PF em São Paulo.
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De acordo com a assessoria de imprensa da Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo, a Polícia Civil instaurou um inquérito no 7º Distrito Policial para investigar as causas da morte.
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O corpo do traficante foi retirado do Instituto Médico Legal (IML) pela família na manhã deste domingo (23) e foi levado para o cemitério Primavera 1, em Guarulhos, onde será sepultado às 16h. Ainda não há data para conclusão do laudo apontando a causa da morte.
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Apreensão
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Na sexta-feira, além de Álves, também foram presos dois surinameses. De acordo com o delegado de combate ao crime organizado da Polícia Federal em São Paulo, Mário Menin Junior, o esquema era investigado havia cerca de dois meses.
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Segundo Menin Junior, a cocaína chegava a um galpão em Itatiba escondida em baterias automotivas de grande porte. Lá, os traficantes transferiam pacotes da droga para caixas de papelão de álcool em gel que, depois, eram exportadas para a Polônia e a Holanda.
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No galpão foram presos os dois surinameses. Na seqüência, o brasileiro foi preso em casa, em Itaquera (zona leste de São Paulo). Conforme as investigações, ele era o responsável pela logística de importação da droga --cuja origem ainda não foi confirmada.

sexta-feira, 21 de março de 2008

PF apreende quase uma tonelada de cocaína no interior de SP

A Polícia Federal apreendeu nesta sexta-feira (21/03/2008) aproximadamente uma tonelada de cocaína em Itatiba, a 84 km de São Paulo. A droga, que ainda não foi totalmente pesada pelos policiais, chegava ao Brasil escondida em baterias de caminhão importadas e seria embarcada para Polônia e Holanda. A PF prendeu três pessoas.
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A droga estava em um galpão onde seria enrolada em mantas de chumbo para não ser detectada na alfândega pelos aparelhos de raio-x. No galpão a cocaína era embarcada em contêineres. Dois carregamentos seguiriam na próxima semana para a Europa pelo Porto de Santos.
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Um dos três homens presos cuidava da logística e foi surpreendido pelos policiais federais na zona Leste de São Paulo. Outros dois são do Suriname e eram responsáveis pela segurança do galpão. A Polícia Federal ainda investiga se a cocaína vinha da Bolívia ou da Colômbia. A quadrilha tinha notas de importação das baterias.

Investigação diz que Colômbia lançou 10 bombas de alta tecnologia no Equador

Quito, 21 mar 2008 (EFE). - No ataque colombiano ao acampamento das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) no Equador, em 1º de março de 2008, foram utilizadas dez bombas de alta tecnologia, segundo uma investigação da Força Aérea equatoriana, publicada hoje pelo jornal local "El Comercio".
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Em 6 de março, especialistas em armas da Força Aérea equatoriana iniciaram uma perícia sobre o bombardeio em Angostura, onde estava o acampamento das Farc e onde morreu o porta-voz internacional da organização, "Raúl Reyes", e mais de 20 guerrilheiros.
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De acordo com o relatório dos peritos, foram utilizadas 10 bombas GBU 12 Paveway II de 227 kg, que deixaram crateras de 2,40 metros de diâmetro por 1,80 metro de profundidade, publicou o jornal equatoriano.
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O jornal ainda afirmou que, segundo as especificações do fabricante da bomba GBU 12, a Texas Instruments, o explosivo pode ser guiado por laser, GPS ou tecnologia intersensorial.
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O relatório da FAE diz também que foram encontradas cápsulas de projéteis de calibre 0,50 no setor sul do acampamento, disparadas por metralhadoras de helicópteros que, segundo a Força Aérea equatoriana, fizeram a segurança dos soldados que realizaram a infiltração.
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As bombas utilizadas no ataque são do mesmo tipo que as usadas durante a operação americana Tempestade do Deserto, no Iraque.
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De acordo com o relatório, a maioria das bombas caiu na área de dormitórios e de doutrinamento do acampamento, enquanto as zonas de lavanderia e de treinamento ficaram intactas.Um guia de identificação de armas da Organização do Tratado do Atlântico do Norte (Otan) diz que as bombas GBU 12 podem ser transportadas apenas por aviões A7, A10, B52, F111, F117, F15, F16, F/A 18 C/D, F14 e A6, diz o "Comercio".
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O Ministério da Defesa colombiano afirmou que a Operação Fênix, como foi chamado o ataque à base das Farc em Angostura, usou aviões Super Tucano. No entanto, segundo a Otan, estes aparelhos não estão incluídos entre os que podem levar bombas GBU 12.
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Em dezembro de 2006, a Colômbia comprou - como parte do processo de modernização de sua Força Aérea - 25 aviões Super Tucano fabricados pela brasileira Embraer.
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De acordo com o relatório da Força Aérea equatoriana, o manual de fabricação dos aviões A-29B Super Tucano diz pode levar armas convencionais e inteligentes, como, por exemplo, o míssil Python III, a bomba guiada por laser Griffin ou toda a família de bombas MK 82.
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Além disso, os aviões podem também carregar metralhadoras de calibre 0,50 dentro das asas, assim como os aviões da Segunda Guerra Mundial.
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A Força Aérea equatoriana também descartou de maneira definitiva que no ataque tenham sido usados aviões Kfir, e afirmou que continuará investigando para determinar que tipo de aeronave foi utilizado no ataque.
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Segundo dados da Inteligência Naval, um avião HC-130 saiu da base de Manta (Base Americana), às 19h local de 29 de fevereiro e retornou às 16h30 do dia seguinte, publicou o "Comercio".
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Na base de Manta operam, desde 1999, soldados americanos no centro de operações para a luta contra o narcotráfico na região.
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O presidente do Equador, Rafael Correa, anunciou que não renovará em 2009 o contrato que permite aos Estados Unidos permanecer na base de Manta.

Posição geográfica coloca Curitiba na rota do tráfico internacional

A posição geográfica do estado do Paraná colocou a cidade de Curitiba - reconhecida como capital ecológica - na rota internacional do tráfico de drogas. Em menos de uma semana a capital paranaense foi alvo de três ações policiais que resultaram em prisões de mais de 10 traficantes e apreensão de grande quantidade de droga - principalmente sintética (LSD e ecstasy).
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A proximidade com o Paraguai e a Argentina e a divisa com as regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste deixam o Paraná vulnerável às ações criminosas dos traficantes de drogas. As polícias Federal e Civil têm intensificado o combate ao tráfico, mas o obstáculo está justamente no fácil acesso pelas fronteiras e divisas. E mais recentemente por via aérea.
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Essa é a avaliação dos delegados que coordenaram as recentes operações na cidade e que foram ouvidos pela reportagem. O delegado federal Wágner Mesquita de Oliveira, responsável pela Coordenação de Operações Especiais de Fronteira (Coesf), acredita que além da posição geográfica a tendência é um aumento no consumo das drogas sintéticas - não só em Curitiba. "Curitiba é uma das cidades que tem se mostrado um forte mercado consumidor desse tipo de drogas. As facilidades são inúmeras: alta rentabilidade, o processo fácil destas drogas (até num banheiro) e o fácil transporte", explica Mesquita, que comandou no fim de semana a Operação Alpes - que desarticulou uma rede de internacional de tráfico de drogas chefiada por um paranaense.
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O delegado Cassiano Alfiero, do Núcleo de Repressão ao Tráfico de Drogas, é mais específico: "Claro que a questão geográfica influi, e o consumo no Paraná é cada vez maior, mas as constantes festas de música eletrônica realizadas no estado contribuem para a venda da droga - principalmente ecstasy e LSD". Os locais de venda não se restringem somente as raves. "Já localizamos como pontos de venda bares e casas noturnas, lugares freqüentados por jovens de classe média e alta, que são os maiores consumidores das drogas sintéticas", afirma Alfiero, que coordenou a ação "Conexão Barcelona", na qual foram presas seis traficantes que moravam em bairros nobres da capital.
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Logística da droga
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O delegado da PF e hoje secretário Antidrogas de Curitiba, Fernando Francischini, um dos responsáveis pela prisão do megatraficante colombiano Juan Carlos Ramirez Abadía, justifica a inclusão de Curitiba no cenário do tráfico internacional de drogas por causa da estrutura da cidade. "Temos um Aeroporto Internacional (Afonso Pena), a proximidade com três dos principais portos do país (Santos, Paranaguá e Itajaí), grandes rodovias que cortam o Brasil que dão acesso aos países de fronteira (Paraguai, Bolívia) e no interior do Paraná temos cravejados aeroportos clandestinos", descreve. A tendência do uso de drogas sintéticas, dita por Mesquita, é compartilhada pelo secretário. "Curitiba é uma cidade rica. Essa droga é consumida pela classe média e alta", completa.
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O Chefe do Departamento de Repressão a Entorpecentes da PF do Paraná, delegado federal Jonathan Trevisan Júnior, acompanhou de perto a ação da PF que resultou na segunda maior apreensão de LSD no Brasil. Ele "desenha", em linhas gerais, o mapa da entrada da droga no Paraná. "O LDS e o ecstasy vem de fora, da Europa. São drogas sintéticas que, até onde a PF sabe, não são fabricadas no Brasil", explica. Já a maconha e a cocaína costumam entrar no Paraná principalmente pela fronteira do Paraguai, pelas divisas com as regiões Sul e Centro-Oeste. "Na região Norte do Paraná e em Mato Grosso há fazendas onde um avião de pequeno porte pode pousar carregado de droga", exemplifica Mesquita.
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"A maconha do Paraguai não é de boa qualidade. A boa vem da fronteira com a Bolívia, dos Andes e do Vale do São Franciso, no Norte do país - conhecido como polígono da maconha", conta Trevisan, citando que a partir daí o transporte é feito via terrestre até Curitiba.
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Os três delegados convergem quando descrevem o perfil dos traficantes que agem no Paraná e no exterior. "Os grandes chefões costumam ficar na Europa, onde a droga é produzida", afirma Mesquita. "E é para prender eles que a PF está trabalhando", completa. Os contatos no Brasil, então, vão até o velho continente para adquirir a droga. "Eles compram em dinheiro ou, em algumas vezes, trocam a droga sintética por maconha e cocaína", diz Alfiero. Francisquini, no entanto, relembra a vida levada por Abadía. "Ele tinha residências em diversas capitais. Inclusive em Curitiba".
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Combate ao tráfico
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Nas três operações deflagradas em Curitiba, a polícia acredita ter desfalcado - tanto em pessoal quanto na questão de drogas - as quadrilhas que atuavam no estado. Para o delegado Alfiero, o comércio de drogas sintéticas é um comércio fechado na capital paranaense. "Acredito ser poucas as organizações especializadas no tráfico internacional de drogas. Para se ter uma idéia, em 2007 a Divisão de Narcóticos (Dinarc) prendeu seis traficantes de LSD e ecstasy. Antes da ação, o LSD era vendido por até R$ 25. Depois da ação, com a apreensão da droga, o preço foi para até R$ 60", diz.
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Tanto a Polícia Federal quanto a Polícia Civil do Paraná garantem estar de olho nesta mais nova modalidade do crime praticada no Paraná. "As fiscalizações, claro, vão ser intensificadas. Mas o foco da PF são os grandes chefões. Você prende o usuário e no dia seguinte ele é 'substituído', o que não acontece na outra ponta da cadeia", conclui Mesquita.

sábado, 15 de março de 2008

Sinopse do Filme: 10.000 A.C. (10,000 BC)

Em 10.000 A.C., o diretor Roland Emmerich nos conduz por uma odisséia arrebatadora numa era mítica de profecias e deuses, quando os espíritos governavam e poderosos mamutes faziam a terra estremecer.

Em uma tribo remota, o jovem caçador de mamutes D’Leh (STEVEN STRAIT) encontrou o seu amor: a linda Evolet (CAMILLA BELLE). Mas um bando de misteriosos guerreiros seqüestra Evolet, e D’Leh então se vê forçado a liderar um pequeno grupo de caçadores, iniciando uma perseguição aos guerreiros até o fim do mundo para salvá-la.

Movidos pelo destino, o improvável grupo de guerreiros irá combater predadores pré-históricos e enfrentar terríveis adversidades. Ao final de sua heróica jornada, eles acabarão por descobrir uma civilização perdida. Seu destino final estará nas mãos de um império inimaginável, onde grandes pirâmides alcançam o céu.

Ali eles irão desafiar um deus tirânico que escravizou brutalmente seu povo. E será aí que D’Leh finalmente compreenderá que foi escolhido para salvar não apenas Evolet, e sim toda a civilização.
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Site: http://wwws.br.warnerbros.com/10000bc/

TAM: Aviões fazem pouso de emergência por "pane seca" !

Dois aviões da TAM fizeram na manhã desta sexta-feira (14/03/2008) pousos de emergência no aeroporto internacional de Viracopos, em Campinas, interior de São Paulo, segundo a Infraero.
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O incidente, de acordo com a estatal, foi causado por uma pane seca, falta de combustível. A TAM nega a falta de combustível e que os pousos tenham sido feitos em emergência. Segundo a empresa, os vôos foram alternados por causa das más condições meteorológicas dos aeroportos de destino.
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Ainda, de acordo com a Infraero, os pousos aconteceram normalmente. Um dos vôos saiu do Recife com destino ao Rio de Janeiro. O outro saiu de Congonhas, em São Paulo, com destino a Ribeirão Preto.

quinta-feira, 13 de março de 2008

Caças AMX da FAB fazem pouso de emergência em Foz

Dois caças AMX da Força Aérea Brasileira (FAB), em missão de reconhecimento do espaço aéreo nacional, tornaram-se a atração do dia no Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu/PR. Ao voar em baixa altitude, uma das aeronaves sofreu avarias, motivo pelo qual houve pouso de emergência no terminal fronteiriço.
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O acidente ocorreu nesta quarta-feira (12/03/208), a cerca de 200 quilômetros da fronteira, quando a aeronave pilotada pelo major-aviador Rômulo Coutinho Lucas chocou-se contra uma ave. Com o impacto, parte da proteção da cabine se partiu, fazendo com que estilhaços atingissem o rosto do aviador.
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Como medida de emergência, Lucas e seu companheiro de vôo, Marcelo Valtier, que conduzia um segundo caça A1 AMX, optaram por pousar no aeroporto iguaçuense. O piloto atingido foi examinado por médicos militares, que ainda avaliam a extensão de eventuais danos ao globo ocular.
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Em entrevista à imprensa, Valtier explicou que colisões com aves são relativamente comuns em vôos realizados a baixas altitudes. O aviador revelou, ainda, que a escolha de Foz do Iguaçu para o pouso de emergência foi devido à proximidade e às facilidades existentes na cidade.
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No final da tarde de ontem (12/03/2008), ambas aeronaves, pertencentes à base aérea de Santa Maria (RS), de onde haviam decolado, permaneciam no pátio do Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu, transformando-se em atração para turistas e moradores, que não hesitaram em fotografá-las.
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Equipes da FAB desembarcaram na fronteira para realizar a perícia e providenciar a manutenção da unidade, que deverá ser reconduzida ao destacamento de origem. Os caças A1 AMX, de procedência italiana, foram adquiridos pelo Brasil para modernizar parte de sua frota militar.
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Kristen, a garota de programa que derrubou o Governador de NY

Aos 22 anos, finalmente Ashley Youmans conseguiu se tornar conhecida nos Estados Unidos. Ao contrário do que ela sonhava, entretanto, a fama não veio pelo sucesso como cantora de rythm&blues, mas por ela ser Ashley Alexandra Dupré, Kristen, a garota de programa de luxo com quem o governador de Nova York, Eliot Spitzer, se encontrou num hotel de Washington e que se tornou o motivo da sua renúncia nesta quarta-feira (12/03/2008).
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“Está sendo um momento difícil para mim. É complicado”, disse ela, segundo a edição on-line do “New York Times”, que traz um perfil da moça. “Eu só não quero ser vista como um monstro”, continua.
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Dupré não está sendo processada. Ela foi poupada porque vai ser uma testemunha importante na investigação. Ela se negou a comentar, em entrevista ao jornal, como havia sido o encontro com o governador.
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Grande parte da história da sua vida, ela mesma conta em sua página no MySpace, onde ela fala da sua paixão pela música e onde é possível ouvir o que ela descreve como sua última música: “What we want”. Suas principais influências, diz, são Frank Sinatra, Christina Aguilera e Lauryn Hill.
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No Emperors Club, que agenciava seus programas, ela aperecia com uma cotação intermediária na escala de sete diamantes, e aparentemente cobrava US$ 1.000 (cerca de R$ 1.700) por hora, segundo a reportagem do “New York Times”.
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Fotos: MySpace de Ashley Alexandra Dupré

quarta-feira, 12 de março de 2008

Operação Fênix: os detalhes do ataque colombiano que matou o líder das Farc

Cinco vezes Luis Edgar Devia, aliás Raúl Reyes, tinha escapado das tentativas das forças de segurança de "dar-lhe baixa". Em 1º de março de 2008, a onda expansiva de uma bomba pôs fim à vida do número 2 das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). Dormia profundamente. A última coisa que poderia imaginar era que o exército colombiano fosse alcançá-lo em seu santuário no Equador. Mas do outro lado da fronteira os serviços de inteligência esperavam o momento. E o momento chegou naquela madrugada de sábado.
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O general Freddy Padilla, chefe das forças armadas da Colômbia, estende uma enorme fotografia aérea da região de Piñuña Blanco. Separando os dois países, as águas avermelhadas do rio Putumayo correm em meandros. Algumas manchas amarelas rompem a monotonia verde da vegetação tropical. São "chácaras de coca" abandonadas. "Sabíamos que ele estava em seu acampamento-mãe", explica, mostrando uma cruz vermelha no lado equatoriano, a 1.850 m da fronteira. "E tínhamos a informação de que ia manter um encontro nesse ponto, em território colombiano".
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Desde 2002 as autoridades colombianas haviam-se proposto a decapitar a narcoguerrilha que ensangüenta o país há 40 anos. Reyes era uma prioridade. Tudo estava pronto na sexta-feira, 29 de fevereiro. "Por volta das 22h30, meia hora antes de lançar o ataque, recebemos a informação de que o senhor não viajou", continua Padilla. O presidente Álvaro Uribe dá a luz verde. Não podem perder a oportunidade. Trocam-se as coordenadas dos aviões, que agora são N 00º23'10.66'', W076º20'59.88'': o acampamento-mãe no Equador. Dois Supertucanos decolam. A Operação Fênix está em marcha.
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O Equador denunciou que as aeronaves penetraram 10 km e bombardearam o acampamento das Farc. "Não entramos em seu espaço aéreo", afirma o ministro da Defesa colombiano, Juan Manuel Santos. "O percurso está registrado nos sistemas de navegação. E há um enorme radar equatoriano a 46 km do lugar, que os teria detectado". Quito alega que seu radar não estava funcionando. "Que casualidade", ironiza Padilla, e desenha parábolas e flechas em um papel para explicar que é possível atacar sem ultrapassar a fronteira. "Sabe o que entrou? Quatro helicópteros Blackhawk com tropa de elite e 44 policiais judiciários para registrar e verificar se Reyes estava".
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Os soldados abrem caminho com os visores noturnos até o acampamento. Um deles leva uma câmera no fuzil. Entre os escombros encontram o cadáver de um homem barbado e barrigudo. Objetivo alcançado. Um pouco mais adiante, a câmera enfoca o rosto assustado de uma mulher. Está amarrada, como as Farc costumam manter seus reféns. Tratam seu braço e colocam ao lado dela uma bandeira branca. Fazem o mesmo com duas guerrilheiras feridas. O filme mostra um acampamento estável, com infra-estrutura, desde camas até material de intendência. Os comandos encontram três computadores portáteis e dois discos rígidos externos. Também há US$ 39.900.
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Alguns tiros rompem o silêncio. Começa o combate com o anel de segurança da guerrilha. "O barbudo que queríamos já temos, 'hermano'! Entreguem-se, não se façam matar bestamente" Os atacantes desaparecem. Os helicópteros levantam vôo com o corpo de Reyes, para evitar que as Farc desmintam sua morte. Os agentes policiais ficam resguardando o acampamento.
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À 1 da manhã Uribe telefona para seu colega Correa. Comenta que houve um confronto que ultrapassou a fronteira. Morreram um soldado e cerca de 20 guerrilheiros, entre eles Raúl Reyes. Correa se inquieta: "Onde Reyes caiu?" "Tenho quase certeza de que foi em território do Equador", responde Uribe. "Com um certo rubor", o colombiano admite que não disse que fora uma operação planejada. "Assumo minha responsabilidade. Mas se tivesse comunicado antes tenho certeza de que tudo teria fracassado."
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Imediatamente depois os comandantes militares chamam seus pares equatorianos. "A reação foi solidária", afirma Padilla. "Demos-lhes as coordenadas do lugar e lhes dissemos que tínhamos deixado 44 homens para lhes entregar tudo".
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Mas algo se modifica. Ao meio-dia de sábado, a inteligência colombiana no Equador alerta sobre uma acalorada reunião do presidente com os chefes militares. A decisão de Correa é deter os agentes colombianos. Sem outra escapatória, os 44 homens entram pela selva, dando uma grande volta para evitar tanto o exército equatoriano quanto as Farc. Depois de 11 horas de caminhada a coluna entra na Colômbia. São 7 da manhã de domingo. A Operação Fênix terminou. E começa uma crise diplomática que, apesar das cenas de abraços, está muito longe de encerrada.

Aeroporto de Londrina/PR inicia fiscalização com raio-X

Os passageiros que passaram ontem (11/03/2008) pelo Aeroporto de Londrina foram os primeiros a ter as bagagens de mão fiscalizadas pelo equipamento de raio-X instalado no local pela Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero). A novidade agradou aos usuários, que elogiaram o aumento na segurança para embarcar. A única dor de cabeça foi novamente o mau tempo, que impediu as operações praticamente durante toda a manhã.
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Uma equipe de 30 agentes de proteção da aviação civil está trabalhando, em sistema de escala, 24 horas por dia para controlar o acesso à sala de embarque. A ação tem acompanhamento constante de agentes da Polícia Federal. O equipamento foi remanejado de outro terminal de maior porte. Já os funcionários foram contratados através de uma empresa terceirizada. Também foi instalado um pórtico para detecção de metal na passagem do usuário.
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De acordo com o coordenador de segurança do Aeroporto de Londrina, Gessilney da Paz Gomes, a principal função do equipamento é fazer a detecção de objetos proibidos nas bagagens de mão, como objetos pontiagudos ou cortantes e líquidos inflamáveis. ''A presença dos policiais federais é importante porque eles podem tomar as atitudes necessárias se for encontrado algum tipo de material proibido'', destacou Gomes. O responsável pela segurança do terminal informou, porém, que nenhuma ocorrência foi registrada no Aeroporto de Londrina.
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A novidade foi elogiada por quem embarcava no final da tarde de ontem. Funcionário de uma indústria farmacêutica, Rogério Espíndola, 35 anos, considera o novo equipamento ''excelente e necessário.'' Ele acrescentou que o sistema existe em outros aeroportos e não são considerados um incômodo para os passageiros. ''O que incomoda é (o aeroporto) ficar fechado por falta de equipamentos'', criticou.
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Quem sentiu o problema na pele foi o designer Flávio de Oliveira, 30, que desde a manhã tentava embarcar para o Rio de Janeiro e lamentava o dia de trabalho perdido. Ainda assim, não poupou apoio à iniciativa. ''Deveria ter até um sistema de segurança ainda melhor e não só o raio-X. Tinha que ter até mais policiais no aeroporto'', sugeriu o rapaz, que estava no terminal desde 11 horas. Ele foi vítima do fechamento do aeroporto pelo mau tempo, que impediu as operações por mais de oito horas entre 4h30 e 12h55.