Do Dicionário Aurélio: 1. Que diz ou pratica tolices; sem inteligência ou sem juízo. 2. Tonto, simplório, ingênuo. 3. Boquiaberto, pasmado.
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
Operação da PF no Centro de Curitiba termina com tiroteio e 13 presos
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
Salto del Guairá vira paraíso de compras no Paraguai
Em apenas um ano, número de veículos brasileiros que cruzam a fronteira subiu de 10 mil para 65 mil por mês.
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
Retorno em grande estilo: Dodge Challenger

Depois de 35 anos, o Dodge Challenger ressurge com formas nostálgicas e um motor Hemi V8 de 425 cv !!
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Pouco mais de dois anos desde sua apresentação como carro-conceito, no Salão de Detroit de 2005, um nome-ícone da história da Chrysler retorna ao mercado: Dodge Challenger. O "carro-pônei" que enfrentou o Ford Mustang e o Chevrolet Camaro, de 1970 a 1974 (leia história), ressurge após 35 anos de ausência bem a tempo para competir com a nova geração do Camaro e o sempre renovado Mustang, o único deles que permaneceu vivo por todo esse tempo.
Não foi preciso alterar muito nas formas do conceito de 2006 para chegar ao Challenger de produção, agora revelado no Salão de Chicago. As mudanças mais perceptíveis são as lanternas traseiras em quatro segmentos, a grade que abandonou a divisão em quatro partes e os acréscimos de bocal do tanque, na lateral esquerda, e de defletores na frente e sobre o porta-malas. O carro não perdeu a imponência e o charme nostálgico da versão conceitual, que deixa clara a inspiração no clássico de 1970 (compare-os em uma das fotos). Já o interior do modelo final é bem mais simples e menos futurista que o do estudo.
O novo Challenger baseia-se na plataforma LX de tração traseira, que serve também ao Dodge Charger e ao Chrysler 300, mas tem distância entre eixos 10 cm menor e apenas duas portas. De início só está disponível a versão SRT-8, em três cores (laranja, prata e preto) e com o conhecido motor Hemi V8 de 6,1 litros. Dotado de câmaras hemisféricas, fornece potência de 425 cv e torque de 58 m.kgf, que resultam em aceleração de 0 a 96 km/h em cerca de 5 segundos e de 0 a 160 km/h, voltando a zero, em 17 s. Mais tarde serão lançadas opções inferiores com o V8 de 5,7 litros e mesmo o V6.
A Chrysler considera o primeiro lote de produção uma edição especial, em que as 6.400 unidades recebem uma plaqueta com sua numeração na série. O carro de número 1 foi vendido em um leilão por cerca de 400 mil dólares, mais de 10 vezes o valor sugerido do modelo. Nem chegou às ruas e o novo Challenger já tem cotação de clássico.
domingo, 3 de fevereiro de 2008
Relatório da Human Rights Watch critica impunidade e violência policial no Brasil

"As violações aos direitos humanos raramente são investigadas", diz o documento. "Em um esforço para remediar o problema, o governo brasileiro aprovou uma emenda constitucional em 2004 que torna delitos de direitos humanos em crimes federais".
Fonte: BBC Brasil
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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
Em sigilo, Brasil negocia um satélite com a França

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
Como seria uma guerra entre Brasil e Venezuela ?
Quem disse que é nossa?

VEM DA AMAZÔNIA a má notícia de que o desmatamento cresceu além das previsões. Mas o que se chamava de boa notícia, em anos anteriores, afinal não era nada de tão bom assim: registrou-se, apenas, que o ritmo da devastação estava caindo e não que a tivessem interrompido, por um dia só que fosse. Vou perdendo a paciência com essas estatísticas e gostaria de fazer uma observação simples e radical.
Não tenho nem um centésimo das informações que meu xará da Folha, Marcelo Leite, pode dar sobre o assunto, e espero que desta vez não o confundam comigo, coisa que acontece com freqüência.
Sempre que alguém fala em "internacionalizar a Amazônia", surge um grito de guerra: "A Amazônia é nossa!".
Mas como assim, "é nossa?". A Amazônia, no momento, é dos que a invadem e devastam. Sejam madeireiros, plantadores de soja, pecuaristas, mineradoras ou fabricantes de ferro-gusa que, segundo documento divulgado pela Confederação Nacional da Agricultura, precisam de mais florestas para fazer carvão do que os bois precisam de pastagens.
A Amazônia seria "nossa" se o poder público tivesse condições de impor a lei naquela região, se conseguisse fiscalizar e punir quem promove o desmatamento.
Mas o poder público brasileiro não consegue sequer fiscalizar e impor a lei dentro dos presídios de segurança máxima... Lugares onde, se existe algum, a fiscalização deveria ser total e o império da lei assegurado à risca.
Quando ocorre algum genocídio não sei em que lugar do mundo, é natural que se peça a intervenção da ONU. O que não significa dar carta-branca para uma potência tomar conta das riquezas de um país.
O que ocorre na Amazônia tem tudo para ser tão preocupante quanto um genocídio. A humanidade inteira é vitimada enquanto nós, brasileiros, agimos como aqueles manifestantes sérvios que orgulhosamente desafiavam as tropas internacionais, em completo desprezo pelas minorias étnicas que eram dizimadas por ali.
Achamos correto quando crimes contra a humanidade são submetidos a tribunais internacionais.
Pouca gente se dispôs a defender Pinochet quando um juiz espanhol considerou que as fronteiras chilenas não o protegiam do que fez contra o gênero humano.
Talvez não seja adequado levar os responsáveis pela devastação a um tribunal suíço. O caso em prol da Amazônia pode ser enunciado de forma diferente.
Trata-se de devolver às populações locais uma terra que pode ser explorada racionalmente se contar com ajuda, fiscalização e verbas do mundo inteiro.
Se governos estrangeiros e entidades internacionais, em concordância com o Brasil, puderem intervir no sentido de fazer da floresta uma região de preservação ecológica mundial, creio que a Amazônia seria mais "nossa" (isto é, de quem vive lá e não a derruba) do que é atualmente.
Outras "soluções", para dizer francamente, não me parecem soluções. Quem imagina que o Ibama, o Exército, a Polícia Federal dispõem de recursos suficientes para tomar conta de tudo aquilo? E que direito temos nós de mascarar nossa ineficiência, nosso desleixo, com um nacionalismo que não engana ninguém?
O fato é que a Amazônia não é uma prioridade real para os brasileiros, que têm problemas terríveis a resolver bem mais perto -debaixo de cada ponte e viaduto urbano, para dizer o óbvio. Mas é uma prioridade mundial.
Parece-me infantil dizer que os americanos vão chegar aqui e tirar "nossas" riquezas. Quem está acabando com elas, e enriquecendo à custa de todo o planeta, é a madeireira (nacional ou não, isso pouco importa), o pecuarista, o plantador de soja.
O governo brasileiro bem que gostaria, imagino, de limitar esse enriquecimento. Mas não é objetivamente capaz disso. Concordo que "internacionalização" é uma palavra forte demais. Sugere a entrega de nossa soberania, sem nada em troca. Outras fórmulas, mais suaves, podem ser concebidas pelos especialistas no assunto. Não sou especialista no assunto. Pessoalmente, não temo usar a palavra. Nossa soberania, afinal, não existe. Existiria se pudéssemos impor nossa vontade sobre a região. Ano após ano, é precisamente isso o que verificamos não acontecer.
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
Will Smith e Alice Braga estrelam "Eu Sou a Lenda"

Grupo diz ter feito primeiro genoma artificial
por EDUARDO GERAQUENesta toada, a criação de um organismo artificial poderá chegar antes de que se tenha um marco legal definido para tratar do assunto.Hoje, na revista "Science", a equipe do empresário-pesquisador Craig Venter, seis meses depois do primeiro passo, mostra que é possível sintetizar um genoma em laboratório. Mas ainda falta fazê-lo funcionar dentro de um organismo, o que não será nada fácil.A busca por esse terceiro passo corre em paralelo com a preocupação de muitos cientistas. Para esse outro grupo, misturar nanotecnologia e biologia pode trazer vários riscos, que estão sendo negligenciados."Trata-se de um grande avanço tecnológico, uma vez que os DNAs sintéticos obtidos até então eram de no máximo 32 mil pares de bases", disse à Folha o biólogo Arnaldo Zaha, da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul).O genoma artificial da bactéria Mycoplasma genitalium, microrganismo sexualmente transmissível que infecta homens e mulheres, tem 582.970 pares de bases (número de duplas dos "tijolos" essenciais do DNA, a adenina, a timina, a citosina e a guanina, conhecidas pelas siglas A, T, C e G).No ano passado, em junho, o Instituto J. Craig Venter, em Maryland (EUA), havia conseguido transplantar um genoma. Eles usaram duas espécies diferentes do mesmo gênero Mycoplasma no experimento."Possivelmente eles vão usar esse transplante para testar o genoma sintético", afirma Zaha, que coordenou um projeto genoma de bactéria no Brasil.
